Ecologia: Um bom resultado é sempre um bom resultado?
Muito se pode ler ou ouvir sobre a PNL poder ser manipuladora ou influenciadora, poder causar consequências negativas ou resultados positivos de excelência. Daí eu ver como muito importante partilhar e ajudar a clarificar sobre o conceito de Ecologia na PNL.
Ecologia em PNL significa respeitar e preservar a integridade e congruência de um sistema como um todo quando se avalia uma ação/mudança para esse sistema. O "sistema", neste caso, compreende as diferentes partes da pessoa (algo que é aprofundado nas certificações pela ITA). Adicionalmente, analisam-se também as restantes pessoas envolvidas nos contextos que possam receber impacto da ação/mudança a realizar.
Assim, um bom resultado será um bom resultado quando é bom para o sistema (pessoa) e outras pessoas próximas que possam ser afetadas. Exemplo extremo: imagine que você mata uma pessoa com quem se cruza. Isso seria não-ecológico pois existe uma consequência negativa da sua ação, no caso a perda da vida de outra pessoa (e, se quisermos, também o impacto que essa perda terá nas pessoas próximas dela). Agora, imagine que você mata uma pessoa numa situação em que, se não a matasse, você era morto por ela. É lógico aceitar ou concordar que a ação já seria ecológica no sentido em que preserva o sistema (você).
Outro exemplo talvez mais comum: ter oportunidade de emprego ou uma promoção. Isso pode implicar fazer mais viagens por mês, ou residir noutra região ou país, ou passar menos tempo em casa ou com família ou amigos. Também passar a ganhar mais mensalmente ou ser passo intermédio para função que quer alcançar ou experiência com aprendizagens enriquecedoras ou passar a fazer algo que adora fazer! Qual poderá ser a ação ecológica aqui? Declinar ou aceitar a oportunidade?
Avaliar as consequências da ação da pessoa num dado contexto permite analisar e ajustar a ação deforma a manter (ou recriar) o equilíbrio dinâmico das partes para o seu bem-estar pessoal, ótimo funcionamento e salutares interações sociais e familiares.
Ao se ponderar as consequências de uma ação no relacionamento entre uma pessoa e os seus pensamentos, estratégias, emoções, comportamentos, valores, crenças, intenções positivas, e também as outras pessoas envolvidas, previne-se e pode evitar-se que a ação seja manipuladora e/ou não-ecológica.
Em termos práticos, a um nível consciente, esta ponderação pode passar por recorrer a ferramentas como as Posições Percetuais ou ao Future Pacing ou por fazer perguntas como:
- Quais são os resultados desejados da ação?
- Que outros resultados podem ser provocados por essa ação?
- Esses são benéficos ou neutros?
- Que impacto terá essa ação nas pessoas à minha volta?
- É neutro ou positivo?
- Essa ação ainda é uma boa ideia?
Tem pendente ou está a adiar alguma decisão a tomar sobre uma ação? Experimente conversar com um coach praticante de PNL!
João Ricardo Pombeiro, coach, master practitioner PNL, formador da LIFE Training na área comportamental
Quando duas pessoas falam, a Comunicação vê-se!
Todos temos assuntos que nos apaixonam. Alguns apaixonam-nos mais, outros menos… e assuntos há que não nos apaixonam nada. E muita coisa pode acontecer à comunicação, como resultado da forma como reagimos a uns e a outros, quando interagimos com as outras pessoas.
Certamente, todos nós já participámos em conversas interessantíssimas - que desejámos prolongar ad aeternum - e outras em que preferiríamos ir entalar um dedo numa porta, na certeza de que a dor física seria bem mais suportável. Muitas vezes mantemo-nos como participantes em conversas muito pouco interessantes para nós porque queremos demonstrar respeito pelo nosso interlocutor, e por isso não fugimos a sete pés. Pelo menos não abertamente.
Acontece que o nosso inconsciente é muito bom a zelar por nós. Este zelo inclui, obviamente, a fuga da dor e/ou a procura do prazer. Uma interacção desinteressante ou desagradável pode ser percepcionada como "causadora de dor" ou como uma "agressão" pelo nosso sistema, pelo que normalmente começamos a enviar subtis - mas inequívocos - sinais não verbais de desinteresse, rejeição activa ou mesmo fuga. Enviamos constantemente estes sinais, ainda que por vezes os tentemos (em vão) omitir ou ocultar. O oposto também acontece sempre que estamos com interesse numa conversa ou pessoa. Como é óbvio, as pessoas que connosco se relacionam também funcionam da mesma maneira, e nós também podemos ser percepcionados como o "agressor". Como detectar estes sinais?
A prescrição de leituras e significados da linguagem não verbal nos seres humanos está longe de ser o objectivo deste texto. Estes estão muito bem documentados em vários livros, dos quais pessoalmente destaco "What every Body is saying", de Joe Navarro, "Linguagem Corporal", de Alan e Barbara Pease e "Emotions Revealed", de Paul Ekman. O que se pretende com este texto é trazer luz a esta questão e motivar os leitores para a procura de informação adicional sobre ela. Para que, posteriormente, comecem a prestar atenção àquilo que está a acontecer nas outras pessoas enquanto com elas interagem.
A grande parte das interacções humanas acontece pela via da comunicação directa, em conversa, o que faz com que esta questão se revista de particular importância. Os practitioners ou praticantes de PNL (Programação Neurolinguística), são desafiados a partir do pressuposto de que "O significado da Comunicação é o resultado que se obtém dela". Como praticante, parto desta premissa porque, para mim, faz todo o sentido. Neste contexto, sou levado a concluir que, quando numa interacção negligenciamos a parte não verbal da comunicação, estamos também a abdicar da correcta avaliação do interesse (ou desinteresse) que a outra pessoa possa estar a sentir. Assim sendo, estaremos também a desligar-nos do propósito da nossa comunicação, deixando ao acaso o seu resultado. Como corolário, podemos acabar a dar uma "seca monumental" ou a provocar desconforto a alguém numa das nossas conversas, e nem sequer nos apercebemos. Acredito que na maioria dos casos não será essa a nossa intenção. ;)
Quando estou intencionalmente numa interacção, para além da observação e escuta activa, normalmente vou-me colocando algumas perguntas de controlo:
• O que pretendo eu comunicar?
• Como o estou a fazer?
• Os detalhes que estou a introduzir servem a ideia que quero comunicar ou servem apenas o meu Ego?
• Se eu fosse ele(a), como me estaria a sentir agora?
• Estou a atingir o meu objectivo inicial?
Proponho-lhe um exercício de Calibração (*): escolha deliberadamente uma conversa que esteja a ter e observe atentamente o seu interlocutor. Repare nas expressões faciais, nos gestos, na posição do corpo. Veja como reage aos temas que vão sendo abordados. Repare nas diferenças. Se o(a) conhecer bem, aflore um assunto em que sabe que as vossas opiniões divergem e veja o que acontece imediatamente :). Sugiro-lhe também que se vá colocando perguntas de controlo (as propostas ou outras que sirvam o mesmo propósito). Por fim, extrapole as suas observações para um contexto "real" e tire as suas conclusões.
Se quiser ir mais além, comece a observar interacções entre outras pessoas, sem ouvir o que dizem. É bem capaz de ter uma surpresa! Divirta-se! :D
(*) Técnica de observação activa, muito trabalhada nas certificações de Practitioner em Programação Neuro-linguística da LifeTraining.
Pedro Martins, auditor na area da responsabilidade social, hipnoterapeuta, master practitioner e facilitador de mudança
O que quer um jovem da vida?
Como pode um pai ou uma mãe promover aprendizagens que sejam realmente úteis e apaixonantes para os seus filhos?
O que é que faz a diferença na gestão das emoções e das relações dos jovens?
Foi com estas e outras perguntas semelhantes em mente que partimos para a criação do curso Em Busca da Magia Teen*.
É muito frequente chegar ao final de um curso de Programação Neuro Linguística e ter vários participantes a dizerem-nos que gostariam de ter aprendido alguns dos conceitos e técnicas da PNL quando eram jovens. Na realidade, muitas das aprendizagens da adolescência podem ser reforçadas, facilitadas ou aprofundadas com recurso a conhecimentos de PNL. Acreditando que nada substitui a aprendizagem experiencial, criamos um curso que pretende mostrar de forma adequada à idade dos participantes como se formam as emoções e os sentimentos e como podemos alterar e utilizar a nosso favor essa expressão da nossa humanidade.
Os benefícios do estudo da PNL são muito extensos. Ao longo dos 3 últimos anos, a LIFE Training treinou mais de 150 practitioners desta área do conhecimento, além de ter realizado cursos de introdução à PNL com mais de 1000 pessoas. Agora é a vez de garantir que também os mais novos podem usufruir de processos simples e práticos para poderem melhorar os seus resultados: na escola, na família, no desporto.
É entusiasmante trabalhar com jovens destas idades e, mais ainda, perceber que o impacto que recebem deste curso ultrapassa a sua esfera pessoal. É que jovens mais equilibrados contribuem para famílias mais equilibradas!
Aí vamos nós, mais uma vez, Em Busca da Magia! Venha connosco!
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
* Veja Aqui o panfleto do curso
O corpo como criador de flexibilidade mental
Bailarinas desenhadas em cavernas entendidas como milenares talvez seja um bom indicador que mexer o corpo é importante. Muitos autores dedicam-se ao estudo da ligação entre a linguagem corporal com linguagem do pensamento, isto é, à ligação entre o que fazemos com o corpo e aquilo que fazemos com o nosso cérebro.
Um dos mais acutilantes será, no meu ponto de vista, José Ângelo Gaiarsa, escritor do livro "Organização das Posições e Movimentos Corporais" onde de forma clara e detalhada demonstra aquilo que será o movimento estudado e o movimento natural.
Esta temática assume um interesse maior, quando sabemos de forma experienciada que o que fazemos com o nosso corpo nos permite um estado de espírito específico e mais ou menos potenciador ao resultado que pretendemos.
Tenho dedicado algum do meu tempo a estudar e a treinar formas de flexibilizar a linguagem corporal, ao mesmo tempo reconhecendo os diferentes estados emocionais a que acedo quando um ou outro movimento é realizado.
J. A. Gaiarsa, em algumas entrevistas, atribui mesmo muita responsabilidade à capacidade do indivíduo se mexer e como se mexe, pois ele cria uma analogia perfeita e densa entre a flexibilidade física e a flexibilidade mental, dizendo "A gente só consegue mexer com as ideias na cabeça da mesma forma e na mesma medida que a gente consegue mexer os objetos com as mãos. Quem nunca juntou nada não pode saber o que é juntar, quem nunca separou nada não pode saber o que é separar, então existe uma ligação profundíssima entre a versatilidade dos movimentos e a versatilidade da inteligência".
Quantos treinam diariamente o movimento no seu corpo? Quantos reconhecem os movimentos básicos? Talvez esta nova forma de olhar para uma das "ferramentas" mais poderosas de todo o sistema seja muito nova, até porque a maior parte de nós é preparado para estar quieto desde de muito cedo. Aprendemos a ficar parados e não mexer. Segundo o mesmo autor a proposta poderá ser bem diferente e com isso criar resultados, também eles bem diferentes "a criança tem que ser irrequieta pois está a aprender a trabalhar com a máquina neuro mecânica mais complexa do universo conhecido…".
Começar uma nova atitude perante o nosso corpo pode significar sair da nossa zona de conforto, do nosso lugar seguro e também, acredito eu, aumentar a nossa flexibilidade. Assim, poderá começar por mudanças pequenas, como a forma como se senta, sorrir mais num dia e lentamente começar a mexer mais o seu corpo, com exercício físico. Quem sabe começar a dançar todos os dias? Deixe os seus braços cair e chegar a lugares antes não existentes, leve a sua cabeça relaxada para além do que até agora imagina e deixe que as suas pernas se transformem em raízes de árvores, experienciando, quem sabe, certeza e força!
"Dance como quem dança quando ninguém vê..."
Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH
A PNL não é ciência e funciona
Se já ouviu falar em Programação Neurolinguística, certamente terá questões e curiosidades…
Neste artigo respondo a algumas perguntas que me costumam fazer, à luz da PNL.
1. Faz sentido controlar os meus pensamentos?
"Eu controlo a minha mente logo os meus resultados"
A habilidade de pensar é uma parte essencial do ser humano. No entanto várias pessoas recorrem a ajuda externa por sentirem que não conseguem sair do mesmo rol de pensamentos (negativos). O nosso pensamento resulta de um processo de transferência de informação que foi adquirido e organizado em áreas do nosso inconsciente. Uma vez armazenadas, as aprendizagens ficam disponíveis mas já não temos que "pensar" nelas, surgem como que espontaneamente. Quando escrevemos num computador temos controlo consciente no ecrã mas não no processo de back-office que o processa. Na nossa mente algo idêntico acontece.
A PNL ajuda as pessoas a entender os padrões não visíveis do seu sistema de pensamento. Se assim o quiserem, ajuda-as a induzir pensamentos mais possibilitadores, atingindo à partida melhores resultados no que empreenderem.
2. Como posso alterar comportamentos indesejados?
"As pessoas não são o seu comportamento, aceita a pessoa, influencia o comportamento"
Recentemente uma senhora procurou ajuda, pois estava a beber demasiado e a esse comportamento tinha associada uma atitude agressiva e violenta. Os amigos começaram a chamar-lhe a atenção e depois… a afastar-se dela.
Através de alguns exercícios e dinâmicas de PNL, foi possível ela entender porque fazia aquilo que fazia e melhor que isso, decidir que novo comportamento gostaria de ter ao invés desse. Neste momento continua a beber …essencialmente água e sumos naturais.
3. Seria interessante ter domínio dos meus estados emocionais?
"As nossas emoções dominantes são a nossa vida"
Uma jovem procurou ajuda por estar a experienciar estados de ansiedade e tristeza. Em consequência desses estados, chorava imenso. Aos poucos percebeu que estava a abalar a sua auto-estima.
Sendo as nossas emoções consequência directa da forma como pensamos e usamos a nossa fisiologia, e depois de aprender como usar a seu favor estes dois factores, esta jovem rapidamente começou a experienciar estados mais positivos, especialmente em contextos específicos de stress.
4. Que impacto teria na minha vida alterar algumas crenças limitadoras adquiridas?
"Não existe fracasso, apenas retorno útil para aprendizagens na nossa vida!"
Várias pessoas deixaram de acreditar em si e no seu potencial. Dizem regularmente "eu não consigo", "tento, mas é muito difícil", "vai ser impossível", em consequência de experiências negativas do passado. Ao manter este tipo de crenças, estamos a limitar em larga escala a libertação dos nossos recursos, ao mesmo tempo que validamos este ciclo.
A PNL tem estratégias linguísticas e representacionais que permitem ajudar a pessoa a criar um novo cenário mental e a ressignificar eventos que vão alterar crenças para outras mais possibilitadoras.
Quando aceitamos estes e outros pressupostos, tomamos consciência das nossas limitações e potencialidades, escolhendo avançar num plano de progressão e crescimento. Sem dúvida que a PNL é um excelente conjunto de ferramentas em que os resultados obtidos são imediatos. Se reforçados no dia-a-dia, estes passam a ser sólidos.
Regularmente aplico estratégias e ferramentas linguísticas e experienciais de PNL nas minhas consultas de Coaching e nada melhor para validar uma não ciência do que os resultados que têm sido visíveis e partilhados pelas pessoas que apostam numa abordagem diferente.
A PNL não é "ciência" …e a verdade é que funciona!
Núria Mendoza, Master Practitioner PNL e Formadora LIFE Training
O poder das nossas crençasI : Desalento e acção
Vou lendo por aqui e por ali, alguns momentos de desalento de descrédito, de falta de auto estima e de baixar de braços, seguramente de pessoas que se sentem momentaneamente com menos recursos internos disponíveis (para ultrapassar dificuldades) do que normalmente terão.
Frases como “Eu não acredito no amor”, “estou desesperada/o”, “detesto o meu trabalho”, “não acredito nas pessoas” e tantas outras frases que me levam a pensar que pessoas extraordinárias estão a desperdiçar o seu potencial com pensamentos e escolhas negativas.
Muitas pessoas escrevem sobre este assunto e muitos dos amigos e amigas, dizem com desprezo, “eu detesto livros de auto ajuda”…
Estou convencido que há preconceitos sobre o género ou, pensando de forma mais radical, há medo em serem alertados para factos, para atitudes da nossa vida que são postos em evidência por esses mesmos textos, colocando-nos em causa e alertando-nos que estamos em efeito.
Há medo em concluir que para se melhorar a qualidade de vida é necessário sair convictamente da nossa zona de “conforto” e arriscar, romper rotinas, que temos os recursos necessários para atingirmos os nossos objectivos, entender que o fracasso é aprendizagem, entender que se pode ver a realidade com “óculos” diferentes, resultando disso diferentes “verdades”, entender que sem objectivos claramente definidos qualquer caminho serve para nos levar ou não nos levar a lado algum.
Um dia, li num livro de Anthony Robbins, um pensamento mais ou menos assim:
Num determinado momento, se uma pessoa diz a si mesma que não acredita no amor, se tem essa expectativa de fracasso nessa área, quanto do seu potencial de amar se irá realizar?
Seguramente não muito!
Ela já disse a si mesma, já enviou um sinal ao seu sistema, ao seu cérebro, para que este fracasse nessa área.
Tendo começado com essas expectativas, que tipo de acções irá essa pessoa provavelmente empreender?
Serão confiantes, energéticas, congruentes e assertivas?
Vão essas pessoas reflectir o seu verdadeiro potencial para amar?
Não, será muito pouco provável que assim seja!
Se uma pessoa está convencida de que tudo vai fracassar, para quê o esforço de tentar arduamente?
O que se passa é que uma quantidade de potencial já empreendeu acções de indiferença que anulam acções futuras.
As crenças entram numa cadeia, numa espiral descendente clássica.
Olhar para o fracasso enquanto falhanço, cria mais fracasso.
As pessoas que são infelizes e que vivem esmagadas pela dor, seja de que tipo for, estiveram durante muito tempo sem resultados e já não conseguem acreditar.
Pouco ou nada fazem para realizar o seu potencial e começam a descobrir como é que podem levar a sua vida a um ponto em que façam o menos possível obtendo resultados que deitam ainda mais abaixo as suas crenças em vez de fazerem o contrário.
Li também mais tarde que:
"Se fizermos quilo que sempre fizemos, obteremos aquilo que sempre obtivemos”.
Convido-vos a pensar um pouco no alcance desta frase, e no próximo artigo partilharei algumas fórmulas para uma mudança de paradigma. :)
Até lá, votos de bons pensamentos!
Paulo Espírito Santo, Master practitioner, coach e formador LIFE Training
O Factor X
Acredito que uma equipa de “Marcos Fortes”*em Alta Performance não só traria resultados (muito) interessantes, como o faria de uma forma focada e divertida. Uma questão que poderá fazer será “Então, como consigo eu fazer isso no meu trabalho”?
Acredito existir uma estrutura que permite a qualquer pessoa concretizar o que quer. Existe há 40 anos e é a base da Programação Neuro Linguística. Tal significa aceitar e actuar sobre a premissa de que, em dado momento, os resultados dependem directamente dos comportamentos, estes dependem do estado emocional dominante da pessoa, e que por sua vez, este deriva dos pensamentos que está a ter e da forma como está a usar o seu corpo no momento.
Atentemos no exemplo de sucesso de outro Marco. Mark Wahlberg, actor, produtor e empreendedor, passou dias duros no início da carreira e foi fazendo escolhas. Como todos nós, aliás! O que me fascina não é o aconteceu à sua volta e o que ele tem agora, é sim descobrir a evolução que fez a nível interior.
Registe estas 3 poderosas premissas neuronais:
1. O seu cérebro molda a sua realidade – A Neurociência confirma que o cérebro atua como um enorme filtro de spam. Você verá e terá a realidade onde tem o seu foco, a que os filtros têm instrução de permitir ou criar. “Sendo” vítima ou campeão.
2. Sonhe em Grande, comece pequeno – Pequenas vitórias diárias geram resultados impressionantes! Essa é uma das chaves. Praticar e treinar até as acções para o desempenho desejado serem gravadas no piloto automático.
3. Planos vagos dão resultados vagos – Faça um plano a 12 meses e inclua 3-4 etapas que levem ao objectivo final. Crie e monitorize checkpoints. Estes orientarão a sua Evolução!
Adaptação do artigo The Mark Wahlberg Factor, de Robin Sharma, por João Ricardo Pombeiro.
* Marco Fortes é atleta olímpico em lançamento do peso por Portugal, o melhor desde sempre, foi visado por críticas na comunicação social nos Jogos Olímpicos em Pequim, e desde o início de 2012 já bateu o recorde nacional por 5 vezes!
João Ricardo Pombeiro, coach, formador da LIFE Training na área comportamental
Devia, ou não devia?
Está com vontade de saber mais? Devia! ;-)
Situação 1:
Chefe - Eu já disse que não é assim que se faz quando o cliente pede esse produto.
Colaborador - Pois é, chefe. Eu devia prestar mais atenção.
Nesta situação o colaborador não emite qualquer comunicação com potencial para preceder um novo comportamento. Ele não disse que ia fazer diferente, ele nem sequer disse que ia prestar mais atenção. Ele apenas disse que DEVIA prestar mais atenção. Como quem diz que "num mundo ideal, era isso que iria acontecer. Era assim que devia acontecer". Claro que se o colaborador estivesse comprometido em fazer melhor, poderia afirmar simplesmente algo como "na próxima vou fazer dessa forma". Também o chefe se focou exclusivamente em apontar o erro e reafirmar que já tinha ensinado antes. Nenhuma destas ações liga o colaborador à próxima ação, aquela que poderá correr mesmo bem se o foco estiver em fazer diferente! O mais interessante é que ambas as pessoas podem abandonar a interação acima achando que estão no bom caminho...
Situação 2:
Mulher - Hoje não janto em casa, pois tenho uma reunião em Lisboa que vai acabar tarde.
Marido - Já tinha planeado o que ia cozinhar. Devias avisar-me com mais antecedência.
Nesta interação, quem devia era o outro, "tu devias". É uma referência à uma suposta regra (social, familiar, etc) que alguém não cumpriu. Como no caso anterior, o interessante é que o marido se focou no incumprimento da tal regra e não na obtenção de um compromisso em relação a situações futuras. A mulher, sentindo-se atacada bem poderá ter pensado algo do género "tu também não me avisaste da última vez"...
Situação 3:
Colega - Acho que eles estão a planear despedir mais pessoas...
Colega - Ainda me vai tocar a mim desta vez. Eu devia era ser como os outros e não me preocupar com nada disto e ir fazendo a minha vidinha. Ía fazendo de conta que trabalhava e ía procurando outras alternativas. Isso é que eu devia fazer.
Um caso muito típico (ouço várias vezes afirmações com esta estrutura) em que alguém se refere a um potencial curso de ação, definindo-o como aquilo que devia fazer. Simplesmente, está simultaneamente a dizer que não o vai fazer (pois apenas devia). Ou seja, uma excelente forma de criar uma situação perde-perde.
É isso mesmo, a utilização do "devia" neste tipo de situações criar autênticos cenários de perde-perde. Perco, porque falo de um cenário que não vai acontecer (eu apenas devia) e logo a seguir ligo-me ao cenário atual (que por ser diferente daquele que devia ser, não me satisfaz).
Liberte-se daquilo que devia fazer e ligue-se àquilo que vai fazer!
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
* Artigo previamente publicado no blogue http://www.neuroestrategia.blogspot.com/
A Biologia da Crença
Lipton fala da Epigenética sabendo que está simultaneamente a entediar muitos cientistas/biólogos de ponta (que lêem o seu livro e afirmam "já toda a gente sabe isto, Bruce") e a surpreender/chocar o grande público (que ainda está na fase de aprender a lidar com o determinismo genético que é regularmente vendido pelos media com notícias do género "gene responsável por X acaba de ser identificado").
Os nossos genes, explica Lipton, são como blueprints que podem ser lidos de muitas formas diferentes pelo nosso sistema. Da mesma forma que um mesmo livro pode ser lido de muitas formas diferentes, acrescento eu.
Claro que é interessante saber que palavras temos à nossa disposição num livro... Mais interessante ainda é perceber como as interpretamos!
Bruce Lipton fala-nos com paixão da Nova Ciência, que acredita que tudo é possível, desde que aprendamos a alterar as nossas crenças. Em lugar de sermos vitimas da nossa genética, somos criadores que utilizam a sua genética para gerar poderosas experiências humanas. Esta perspetiva é libertadora para uns, assustadora para outros... de acordo com as suas crenças! E tu, em que acreditas?
Uma coisa está clara para mim (é nisso que acredito temporariamente): a minha vida e a da minha família, apesar de podee ser afetada pelos nossos genes, não é certamente determinada por estes! Pois temos uma palavra a dizer através do exercício do nosso (aparente) livre arbítrio. Quando penso desta forma, fico entusiasmado e pronto a agir! E da ação saem novos paradigmas, novas crenças... expressas na nova forma como o meu sistema lê o material genético!
PS. Fico fascinado com frequência com a forma como os pioneiros da PNL, há 40 anos, conseguiram (através de simples observação de pessoas e seus comportamentos) intuir muito daquilo que a Biologia estuda em pleno século XXI.
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
Artigo previamente publicado no blogue neuroestrategia.blogspot.com
Arte de se liderar ... a si próprio!
Há muitos anos que um dos temas de eleição da formação para executivos é a liderança. Progressivamente, o interesse pela temática foi-se alargando a muitas outras pessoas, proliferando os cursos, teorias, abordagens e literatura sobre a nobre arte de liderar.
Neste artigo, gostaria de lhe apresentar uma visão mais intimista e poderosa da liderança, mostrando-lhe um caminho baseado na auto-liderança. Chamo-lhe neuroliderança, com a intenção de colocar o foco do leitor no seu próprio sistema neurológico, ou seja, em si mesmo! Numa abordagem mais superficial da liderança, podemos discutir estratégias de comunicação, táticas de intervenção, processos de tomada de decisão, técnicas de gestão. Quando aumentamos a profundidade da análise, acederemos a uma galeria de estados emocionais, utilização da fisiologia, padrões de pensamento, filtros mentais, etc. E é precisamente aqui, acredito eu, que começa a mais apaixonante aventura de cada um na descoberta do seu próprio processo de liderança.
Em pleno século XXI, encontro ainda muitas pessoas que têm dificuldade em descrever com exatidão os seus relacionamentos (incluindo os profissionais) e em desenhar estratégias de sucesso para melhorarem os seus resultados. Por vezes procuram no exterior a resposta para as suas interrogações, buscando nos gurus e escolas de pensamento de gestão as fórmulas secretas para se imporem como líderes. Quando começam, por oposição, a explorar o seu interior descobrem que podem aprender a gerar e gerir os estados emocionais que lhes vão permitir tornarem-se eficientes líderes de si próprios e assim, pela via do exemplo e inspiração, também influentes líderes dos contextos em que se movimentam.
Se esta abordagem lhe está a parecer, caro leitor, sobretudo abstrata… então está cem por cento correto. É que as respostas à pergunta "o que devo fazer para me tornar um excelente líder" vão depender da especificidade do contexto. Agora a resposta à pergunta "como me posso tornar um líder excelente", essa está totalmente ligada à gestão do seu sistema, à capacidade de gerar pensamentos e de usar o seu corpo de forma positiva para gerar emoções poderosas. Bem-vindo ao mundo da neuroliderança, em que aprenderá também a fazer isto dentro do contexto da gestão de equipas e do desenvolvimento das organizações. Melhores pessoas, melhores organizações, melhores resultados são o objetivo desta abordagem.
Usando os mais recentes estudos na área de comportamento, o desenvolvimento da neuroliderança vai provavelmente permitir-lhe perceber os seus próprios processos de decisão, melhorar a comunicação e usar mais eficazmente os seus próprios recursos. Pessoalmente, acompanhei já milhares de pessoas na adoção de alguns destes princípios nas suas vidas pessoais e profissionais, pelo que sou um natural adepto desta poderosa abordagem que parte do individuo para a sociedade, do líder para a equipa. Independentemente da sua função e papel social, torne-se um líder, utilizando eficazmente os seus recursos para se tornar na melhor versão de si próprio. Torne-se um neurolíder! Até onde acha que pode chegar? Qual o máximo impacto positivo que acredita poder ter?
Para o fazer vai ter que aprender a definir com clareza os seus objetivos e intenções, apurar a capacidade de observação e manifestar flexibilidade comportamental. Quem ganha com isto? O leitor, para começar. E também os coletivos de que faz parte e que beneficiam da existência de comportamentos adequados de liderança pessoal: a família, a equipa, a empresa. Consegue imaginar como será uma nação em que abundam os exemplos de líderes esclarecidos, comprometidos e eficientes? Eu consigo e vibro com a ideia!
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
Artigo previamente publicado no Jornal de Negócios
Luta "contra"... ou a favor?
Um destes dias o bastonário da ordem dos médicos propôs um imposto sobre os alimentos que supostamente, na opinião dos médicos, são nocivos a saúde.Seguindo apenas a estrutura deste pensamento o bastonário está a fazer algo que muitas vezes observo noutras “lutas contra” tais como o tabaco, o álcool ou até as touradas. Ele foca-se no que não quer e castiga quem o quer.
Acredito que se a estrutura fosse diferente, como focar-se no que quer, promover o propósito, definir objectivos e planificar planos de acção, os resultados seriam mais eficientes e mesmo mais eficazes. Neste caso, o bastonário explicaria a vantagens de comer melhor, quais os objectivos a atingir com esta melhoria na alimentação e quais as ideias, como fazer, acções que poderiam ser promovidas. Penso por exemplo em aulas de nutrição, opções vegetarianas ou mesmo alteração dos menus vigentes nas nossas escolas habituando assim os miúdos a comer melhor.
Tenho alguma dificuldade em ligar-me a movimentos que têm como estrutura de pensamento a “luta contra” em vez de escolherem a promoção do que realmente querem e manifestarem as suas ideias nessa mesma promoção.
A nossa atenção está normalmente naquilo em que estamos focados.
Em que queremos estar focados?
Na luta contra o alcoolismo e fast food ou na promoção da alimentação racional?
Na luta contra as touradas ou na promoção da defesa dos animais?
NA luta contra o cancro ou na promoção da investigação e rastreio precoce do cancro?
NA luta contra o tabaco ou na promoção de respirar um ar de qualidade?
Estou convencido que a qualidade da nossa vida está ligada à qualidade das nossas perguntas e do foco na emoção que queremos sentir quando as formulamos.
Paulo Espírito Santo, Coach e formador LIFE Training
Comunicação: mude as suas palavras, mude a sua vida
Muito se tem escrito, estudado, questionado: Afinal, qual a importância das palavras? São apenas sons estruturados a que damos determinados significados? Estão "hard-wired" no nosso cérebro? Têm significado pessoal ou social?Gostava que por uns instantes, imaginasse o seguinte:
Uma palavra é uma espécie de "password" para uma determinada zona do cérebro. De acordo com a palavra que diz, ouve ou pensa, o seu cérebro abre essa zona do cérebro. Lá dentro tem acesso, através de poderosos algoritmos, a toda a informação relacionada com essa palavra. De acordo com o contexto e com o valor emocional de cada uma das potenciais opções, escolhe o que trazer de volta antes de fechar essa zona e passar à seguinte.
Se alguém falar com um tom irónico, o seu cérebro tenderá a selecionar significados de acordo com esse contexto.
Se alguém usar o nome de uma pessoa que ame, apesar do contexto não ser ligado a essa pessoa, poderá ter uma lembrança súbita dessa pessoa (pelo valor emocional elevado).
Este fenómeno faz com que as palavras tenham um poder enorme. Com as suas palavras dirige momentaneamente o seu sistema e o dos outros. Há quem perceba isto e dedique anos da sua vida a aprimorar a forma como fala e escreve, para que possa obter máximo poder influenciador. Há quem não perceba isto e fale e escreva de forma menos intencional ("mais pura e menos filtrada" poderia alguém dizer; "menos responsável e eficiente", acrescentaria eu!)
Em algumas palestras faço uma pequena brincadeira dizendo que às vezes, "em vez de falarmos sobre o que queremos e não falarmos sobre o que não queremos, falamos sobre o que não queremos e não falamos sobre o que queremos".
Aquilo sobre que quero falar é sobre a sua comunicação e sobre como pode melhorar TODOS os seus resultados, aprendendo umas simples dezenas de técnicas e truques linguísticos que o/a ajudarão a ser mais consistente, eficiente e intencional. Acredito de tal forma nisto, por ter assistido a tantos "milagres" de transformação com base na alteração das palavras, que estou disposto a afirmar que ...se mudar as suas palavras, muda a sua vida!
Saudações neuroestratégicas!
PS. Em breve lanço novidades sobre uma forma simples e acessível de aprender estas técnicas. Fique atento/a!
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
*Artigo previamente disponibilizado no blogue de Pedro Vieira
Entrevista a Peter Koijen (Holanda)
Nesta entrevista, Peter Koijen, fundador da In2motivation (empresa holandesa de treino comportamental), fala-nos sobre a sua ligação com a Programação Neuro Linguística (PNL) e a International Trainers Association (ITA). Para além disso, oferece ainda a sua opinião pessoal sobre a LIFE Training, empresa portuguesa com quem tem colaborado como trainer internacional.- Como e quando apareceu a PNL na tua vida?
- A PNL apareceu na minha vida há cerca de 10 anos. Tinha lido sobre o assunto e estava muito curioso sobre os seus efeitos. Depois demorei vários anos até me decidir a participar num curso de Practitioner de PNL. Foi numa altura da minha vida em que as coisas não estavam a funcionar muito bem, quer na minha vida pessoal, quer na profissional. O Practitioner de PNL deu-me tamanho impulso que decidi que queria fazer algo mais com a PNL, enquanto definia novos objectivos para a minha vida. No curso de Master Practitioner, decidi que queria começar a minha própria empresa e tornar-me trainer internacional de PNL. O Master ajudou-me a atirar borda fora as crenças limitadoras que ainda restavam e ajudou-me a dar o passo decisivo para começar a empresa. Isto depois de uma carreira como professional de recursos humanos e formador num grande banco, trabalhando e vivendo sobretudo em países fora da Holanda, de onde sou.
- Quais foram os maiores efeitos práticos que a PNL teve em ti?
- Os maiores efeitos durante o Practitioner foram ter começado a apredner sobre comportamento e a lidar melhor com o stress. O Master ajudou-me a começar o meu negócio! Os efeitos na minha vida foram enormes. E fiquei tão entusiasmado que agora ajudo outros no mesmo processo.
- O que distingue a abordagem da ITA no mundo da PNL?
- A ITA tem uma abordagem muito diferente da clássica. No meu Practitioner e Master aprendi o método clássico de fazer PNL: um conjunto enorme de coisas ponderosas que geram grandes resultados e também uma parte a que se chama de imposição de conteúdo. Isto significa que corres o risco de projectar a tua própria forma de ver o mundo sobre o outro. A ITA tem a abordagem de desenvolver a PNL com intervenções livres de conteúdo. Isto significa que tudo gira em volta de alterações de contexto e estado emocional sem impor o teu próprio modelo do mundo.
Para além disto, a ITA tem um nicho no mercado da PNL pois os seus trainers têm um processo de treino e avaliação bastante melhor do que o de outras escolas. O maior ponto de diferenciação é que os trainers são treinados por John Grinder, co-fundador da PNL, Carmen Bostic St. Clair e Michael Carroll. Os três têm standards de qualidade muito elevados e claramente fazem a diferença no mercado. Digo isto não por ser um dos trainers da ITA, e sim por vários trainers que passaram anteriormente por outros processos com outras escolas o confirmarem!
- Qual a tua percepção do trabalho da LIFE Training?
- Trabalho com a LIFE Training há cerca de um ano como trainer convidado e estou maravilhado. Maravilhado por ser uma organização de treino tão profissional! Conheci o Pedro Vieira durante a certificação de trainer no Reino Unido e imediatamente fizemos uma boa ligação. Quando ele me convidou para ser trainer convidado em Portugal, senti-me muito honrado, claro. E, desde o primeiro momento, senti-me parte da equipa. Esta é a equipa mais profissional com que já trabalhei! LIFE Training para mim é treino para a vida! O que quero dizer com isto é que, de acordo com a minha experiência, têm tudo para oferecer uma vida melhor. Desta forma, espero trabalhar mais com o Pedro e a equipa no futuro próximo. Neste sentido, Portugal transformou-se numa segunda casa para mim… embora o meu português ainda esteja enferrujado!
Para mais informações sobre as Certificações Internacionais em PNL com Técnicas de Coaching da Life Training, clique aqui ou envie um email para ana.vieira@lifetraining.com.pt.
Aproveite o desconto promocional até dia 31 de Outubro!
Flyer sobre a certificação
PNL e/ou Coaching

Workshop Introdução à PNL (Hotel BETA Porto)
A Programação Neuro Linguística, fundada na década de 70 na Califórnia, oferece uma abordagem prática à alteração de comportamento com vista à produção de novos resultados. É utilizada em todos os contextos em que performance é importante! Pode utilizá-la para expandir os seus resultados como profissional, pai/mãe, companheiro!
Neste workshop de 2 horas, Pedro Vieira oferece uma perspectiva clara sobre esta apaixonante arte e mostra de forma simples algumas das aplicações da PNL. Deixe-se surpreender enquanto percebe o poder que estes conhecimentos terão na sua vida e daqueles que estão à sua volta.
O evento começa às 21h, pelo que solicitamos a sua presença atempada para o check in, que decorrerá entre as 20.15 e as 20.45.
Ultimos lugares pelo ana.vieira@lifetraining.com.pt
PNL e Inteligência Emocional
Como Trainer de Programação Neuro Linguística (PNL), sou abordado por várias entidades e pessoas que querem aprender a “controlar o seu estado emocional”, acreditando que ao fazê-lo poderão incrementar os seus resultados. Face à pertinência actual desta questão, vou introduzir uma discussão saudável...
Quando investigo o que quer dizer exactamente “controlar” nesta situação, descubro que esta palavra é regularmente utilizada para exprimir a capacidade da “mente” controlar as “emoções”."
Palestra “PNL aplicada ao desporto”

No passado mês de Outubro o master trainer Mário Caetano realizou em Alverca uma palestra intitulada “PNL aplicada ao desporto” inserida nos encontros desportivos concelhios Xira 2010, partilhando o palco com o treinador de futebol Daúto Faquirá e o professor Carlos Gonçalves, presidente do European fairplay movement.
Desta forma, a LT teve a oportunidade de passar ferramentas práticas a cerca de 100 treinadores de várias modalidades.
Muito obrigado.
Brochura do Practitioner de PNL
Um curso do mais alto nível internacional... em Portugal!
Só para pessoas que querem a excelência e que acreditam na expansão dos seus resultados físicos, emocionais, mentais, financeiros e espirituais.
Junte-se ao extraordinário grupo que aprenderá a utilizar a PNL nas suas vidas!
Toda a informação AQUI (pdf)
LIFE will never be the same...
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