Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Vieira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Vieira. Mostrar todas as mensagens

O que quer um jovem da vida?


Como pode um pai ou uma mãe promover aprendizagens que sejam realmente úteis e apaixonantes para os seus filhos?

O que é que faz a diferença na gestão das emoções e das relações dos jovens?

Foi com estas e outras perguntas semelhantes em mente que partimos para a criação do curso Em Busca da Magia Teen*.

É muito frequente chegar ao final de um curso de Programação Neuro Linguística e ter vários participantes a dizerem-nos que gostariam de ter aprendido alguns dos conceitos e técnicas da PNL quando eram jovens. Na realidade, muitas das aprendizagens da adolescência podem ser reforçadas, facilitadas ou aprofundadas com recurso a conhecimentos de PNL. Acreditando que nada substitui a aprendizagem experiencial, criamos um curso que pretende mostrar de forma adequada à idade dos participantes como se formam as emoções e os sentimentos e como podemos alterar e utilizar a nosso favor essa expressão da nossa humanidade.

Os benefícios do estudo da PNL são muito extensos. Ao longo dos 3 últimos anos, a LIFE Training treinou mais de 150 practitioners desta área do conhecimento, além de ter realizado cursos de introdução à PNL com mais de 1000 pessoas. Agora é a vez de garantir que também os mais novos podem usufruir de processos simples e práticos para poderem melhorar os seus resultados: na escola, na família, no desporto.

É entusiasmante trabalhar com jovens destas idades e, mais ainda, perceber que o impacto que recebem deste curso ultrapassa a sua esfera pessoal. É que jovens mais equilibrados contribuem para famílias mais equilibradas!

Aí vamos nós, mais uma vez, Em Busca da Magia! Venha connosco!
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

* Veja Aqui o panfleto do curso

Devia, ou não devia?

Presto bastante atenção aos momentos em que alguém (especialmente se esse alguém sou eu) utiliza a expressão "eu devia". O que tenho descoberto, ao longo dos tempos, é que este é uma expressão linguística que apela à inação e despoleta, sobretudo, emoções negativas.

Está com vontade de saber mais? Devia! ;-)

Situação 1:

Chefe - Eu já disse que não é assim que se faz quando o cliente pede esse produto.
Colaborador - Pois é, chefe. Eu devia prestar mais atenção.

Nesta situação o colaborador não emite qualquer comunicação com potencial para preceder um novo comportamento. Ele não disse que ia fazer diferente, ele nem sequer disse que ia prestar mais atenção. Ele apenas disse que DEVIA prestar mais atenção. Como quem diz que "num mundo ideal, era isso que iria acontecer. Era assim que devia acontecer". Claro que se o colaborador estivesse comprometido em fazer melhor, poderia afirmar simplesmente algo como "na próxima vou fazer dessa forma". Também o chefe se focou exclusivamente em apontar o erro e reafirmar que já tinha ensinado antes. Nenhuma destas ações liga o colaborador à próxima ação, aquela que poderá correr mesmo bem se o foco estiver em fazer diferente! O mais interessante é que ambas as pessoas podem abandonar a interação acima achando que estão no bom caminho...

Situação 2:

Mulher - Hoje não janto em casa, pois tenho uma reunião em Lisboa que vai acabar tarde.
Marido - Já tinha planeado o que ia cozinhar. Devias avisar-me com mais antecedência.

Nesta interação, quem devia era o outro, "tu devias". É uma referência à uma suposta regra (social, familiar, etc) que alguém não cumpriu. Como no caso anterior, o interessante é que o marido se focou no incumprimento da tal regra e não na obtenção de um compromisso em relação a situações futuras. A mulher, sentindo-se atacada bem poderá ter pensado algo do género "tu também não me avisaste da última vez"...

Situação 3:

Colega - Acho que eles estão a planear despedir mais pessoas...
Colega - Ainda me vai tocar a mim desta vez. Eu devia era ser como os outros e não me preocupar com nada disto e ir fazendo a minha vidinha. Ía fazendo de conta que trabalhava e ía procurando outras alternativas. Isso é que eu devia fazer.

Um caso muito típico (ouço várias vezes afirmações com esta estrutura) em que alguém se refere a um potencial curso de ação, definindo-o como aquilo que devia fazer. Simplesmente, está simultaneamente a dizer que não o vai fazer (pois apenas devia). Ou seja, uma excelente forma de criar uma situação perde-perde.

É isso mesmo, a utilização do "devia" neste tipo de situações criar autênticos cenários de perde-perde. Perco, porque falo de um cenário que não vai acontecer (eu apenas devia) e logo a seguir ligo-me ao cenário atual (que por ser diferente daquele que devia ser, não me satisfaz).

Liberte-se daquilo que devia fazer e ligue-se àquilo que vai fazer!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training


* Artigo previamente publicado no blogue http://www.neuroestrategia.blogspot.com/

A Biologia da Crença

Quando, há alguns anos, Bruce Lipton escreveu "Biology of Belief" estava bem consciente do impacto que o seu livro teria sobre o grande público. Ao escrever sobre a forma como as nossas crenças afetam a nossa fisiologia, o autor/cientista estava plenamente preparado para lidar com a estupefacção de quem acredita que a nossa vida é governada pelos nossos genes.

Lipton fala da Epigenética sabendo que está simultaneamente a entediar muitos cientistas/biólogos de ponta (que lêem o seu livro e afirmam "já toda a gente sabe isto, Bruce") e a surpreender/chocar o grande público (que ainda está na fase de aprender a lidar com o determinismo genético que é regularmente vendido pelos media com notícias do género "gene responsável por X acaba de ser identificado").

Os nossos genes, explica Lipton, são como blueprints que podem ser lidos de muitas formas diferentes pelo nosso sistema. Da mesma forma que um mesmo livro pode ser lido de muitas formas diferentes, acrescento eu.

Claro que é interessante saber que palavras temos à nossa disposição num livro... Mais interessante ainda é perceber como as interpretamos!

Bruce Lipton fala-nos com paixão da Nova Ciência, que acredita que tudo é possível, desde que aprendamos a alterar as nossas crenças. Em lugar de sermos vitimas da nossa genética, somos criadores que utilizam a sua genética para gerar poderosas experiências humanas. Esta perspetiva é libertadora para uns, assustadora para outros... de acordo com as suas crenças! E tu, em que acreditas?

Uma coisa está clara para mim (é nisso que acredito temporariamente): a minha vida e a da minha família, apesar de podee ser afetada pelos nossos genes, não é certamente determinada por estes! Pois temos uma palavra a dizer através do exercício do nosso (aparente) livre arbítrio. Quando penso desta forma, fico entusiasmado e pronto a agir! E da ação saem novos paradigmas, novas crenças... expressas na nova forma como o meu sistema lê o material genético!

PS. Fico fascinado com frequência com a forma como os pioneiros da PNL, há 40 anos, conseguiram (através de simples observação de pessoas e seus comportamentos) intuir muito daquilo que a Biologia estuda em pleno século XXI.

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training


Artigo previamente publicado no blogue neuroestrategia.blogspot.com

Arte de se liderar ... a si próprio!


Há muitos anos que um dos temas de eleição da formação para executivos é a liderança.

Progressivamente, o interesse pela temática foi-se alargando a muitas outras pessoas, proliferando os cursos, teorias, abordagens e literatura sobre a nobre arte de liderar.

Neste artigo, gostaria de lhe apresentar uma visão mais intimista e poderosa da liderança, mostrando-lhe um caminho baseado na auto-liderança. Chamo-lhe neuroliderança, com a intenção de colocar o foco do leitor no seu próprio sistema neurológico, ou seja, em si mesmo! Numa abordagem mais superficial da liderança, podemos discutir estratégias de comunicação, táticas de intervenção, processos de tomada de decisão, técnicas de gestão. Quando aumentamos a profundidade da análise, acederemos a uma galeria de estados emocionais, utilização da fisiologia, padrões de pensamento, filtros mentais, etc. E é precisamente aqui, acredito eu, que começa a mais apaixonante aventura de cada um na descoberta do seu próprio processo de liderança.

Em pleno século XXI, encontro ainda muitas pessoas que têm dificuldade em descrever com exatidão os seus relacionamentos (incluindo os profissionais) e em desenhar estratégias de sucesso para melhorarem os seus resultados. Por vezes procuram no exterior a resposta para as suas interrogações, buscando nos gurus e escolas de pensamento de gestão as fórmulas secretas para se imporem como líderes. Quando começam, por oposição, a explorar o seu interior descobrem que podem aprender a gerar e gerir os estados emocionais que lhes vão permitir tornarem-se eficientes líderes de si próprios e assim, pela via do exemplo e inspiração, também influentes líderes dos contextos em que se movimentam.

Se esta abordagem lhe está a parecer, caro leitor, sobretudo abstrata… então está cem por cento correto. É que as respostas à pergunta "o que devo fazer para me tornar um excelente líder" vão depender da especificidade do contexto. Agora a resposta à pergunta "como me posso tornar um líder excelente", essa está totalmente ligada à gestão do seu sistema, à capacidade de gerar pensamentos e de usar o seu corpo de forma positiva para gerar emoções poderosas. Bem-vindo ao mundo da neuroliderança, em que aprenderá também a fazer isto dentro do contexto da gestão de equipas e do desenvolvimento das organizações. Melhores pessoas, melhores organizações, melhores resultados são o objetivo desta abordagem.

Usando os mais recentes estudos na área de comportamento, o desenvolvimento da neuroliderança vai provavelmente permitir-lhe perceber os seus próprios processos de decisão, melhorar a comunicação e usar mais eficazmente os seus próprios recursos. Pessoalmente, acompanhei já milhares de pessoas na adoção de alguns destes princípios nas suas vidas pessoais e profissionais, pelo que sou um natural adepto desta poderosa abordagem que parte do individuo para a sociedade, do líder para a equipa. Independentemente da sua função e papel social, torne-se um líder, utilizando eficazmente os seus recursos para se tornar na melhor versão de si próprio. Torne-se um neurolíder! Até onde acha que pode chegar? Qual o máximo impacto positivo que acredita poder ter?

Para o fazer vai ter que aprender a definir com clareza os seus objetivos e intenções, apurar a capacidade de observação e manifestar flexibilidade comportamental. Quem ganha com isto? O leitor, para começar. E também os coletivos de que faz parte e que beneficiam da existência de comportamentos adequados de liderança pessoal: a família, a equipa, a empresa. Consegue imaginar como será uma nação em que abundam os exemplos de líderes esclarecidos, comprometidos e eficientes? Eu consigo e vibro com a ideia!


Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

Artigo previamente publicado no Jornal de Negócios

Comunicação: mude as suas palavras, mude a sua vida

Muito se tem escrito, estudado, questionado: Afinal, qual a importância das palavras? São apenas sons estruturados a que damos determinados significados? Estão "hard-wired" no nosso cérebro? Têm significado pessoal ou social?

Gostava que por uns instantes, imaginasse o seguinte:
Uma palavra é uma espécie de "password" para uma determinada zona do cérebro. De acordo com a palavra que diz, ouve ou pensa, o seu cérebro abre essa zona do cérebro. Lá dentro tem acesso, através de poderosos algoritmos, a toda a informação relacionada com essa palavra. De acordo com o contexto e com o valor emocional de cada uma das potenciais opções, escolhe o que trazer de volta antes de fechar essa zona e passar à seguinte.

Se alguém falar com um tom irónico, o seu cérebro tenderá a selecionar significados de acordo com esse contexto.
Se alguém usar o nome de uma pessoa que ame, apesar do contexto não ser ligado a essa pessoa, poderá ter uma lembrança súbita dessa pessoa (pelo valor emocional elevado).

Este fenómeno faz com que as palavras tenham um poder enorme. Com as suas palavras dirige momentaneamente o seu sistema e o dos outros. Há quem perceba isto e dedique anos da sua vida a aprimorar a forma como fala e escreve, para que possa obter máximo poder influenciador. Há quem não perceba isto e fale e escreva de forma menos intencional ("mais pura e menos filtrada" poderia alguém dizer; "menos responsável e eficiente", acrescentaria eu!)

Em algumas palestras faço uma pequena brincadeira dizendo que às vezes, "em vez de falarmos sobre o que queremos e não falarmos sobre o que não queremos, falamos sobre o que não queremos e não falamos sobre o que queremos".

Aquilo sobre que quero falar é sobre a sua comunicação e sobre como pode melhorar TODOS os seus resultados, aprendendo umas simples dezenas de técnicas e truques linguísticos que o/a ajudarão a ser mais consistente, eficiente e intencional. Acredito de tal forma nisto, por ter assistido a tantos "milagres" de transformação com base na alteração das palavras, que estou disposto a afirmar que ...se mudar as suas palavras, muda a sua vida!

Saudações neuroestratégicas!

PS. Em breve lanço novidades sobre uma forma simples e acessível de aprender estas técnicas. Fique atento/a!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

*Artigo previamente disponibilizado no blogue de Pedro Vieira

Quem pode ser mágico nas empresas?

Há quem acredite que a mudança nas organizações terá que ser implementada ao nível mais alto para produzir reais impactos. Eu acredito que quando CEOs, administradores e directores se tornam embaixadores da mudança esta ganha maior poder. E também acredito que qualquer pessoa pode iniciar um processo de mudança organizacional.


Na minha carreira profissional desenvolvi esta crença, sustentada em dezenas de exemplos práticos, de que a gestão de faz em ambas as direcções hierárquicas! Quando implemento, juntamente com a equipa da LIFE Training, projectos de desenvolvimento e expansão de resultados nas organizações deparamo-nos frequentemente com a questão “o meu chefe também vai receber esta formação”? A ideia é simples. Se o meu chefe mudar, então eu poderei mudar.


Caso contrário, todos os meus esforços serão em vão.


A abordagem da LIFE Training, baseada num forte acreditar nos recursos que cada ser possui, é um estímulo claro a que cada um assuma a responsabilidade por aquilo que quer e implemente estratégias práticas para lá chegar!
Independentemente do lugar que cada um ocupa na hierarquia, se quiser pode transformar-se num Mágico que modifica a realidade em que se envolve! Já vi isto acontecer em dezenas de empresas, com vendedores a mudarem departamentos, secretárias a mudarem direcções.



Tudo depende da crença que cada um tem em relação ao que quer, à força que a mudança tem (muitas vezes dizemos que gostaríamos de mudar coisas e não investimos energia para que tal possa realmente acontecer).



Claro que nem sempre as pessoas em cargos mais altos nas organizações vêem com conforto a possibilidade de qualquer um poder iniciar processos de mudança. Esse é, no entanto, o poder da natureza humana. Qualquer um pode ser Mágico, desde que assuma a responsabilidade e esteja disposto a agir até alcançar o resultado a que se propõe!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer da LIFE Training

Objectivos SPIDER 2.0

No final da passada semana, em 2 workshops que contaram com mais de 230 participantes, tive a oportunidade de partilhar algumas aprendizagens sobre definição de objectivos que tenho feito desde o lançamento do método SPIDER.

A definição de objectivos surpreende-me diariamente pela sua simultânea simplicidade e transcendência. Quando alguém define objectivos para as várias áreas da sua vida de uma forma metodologicamente poderosa consegue ligar-se, ao mesmo tempo:

1. Às forças mais poderosas do seu sistema: crenças e valores que gostaria de ver materializados, pessoas e eventos que gostaria de ter na sua vida, estados emocionais que gostaria de experienciar com frequência! E isto é mesmo transcendente...

2. À consciência de que são as escolhas feitas sobre a utilização dos seus recursos que vão ditar os seus resultados futuros, tal como foram as escolhas passadas que geraram os resultados actuais. E isto é mesmo simples...

Nos workshops apresentei uma listagem de 5 coisas que tenho observado serem fortes alavancas de todo o processo. Quando estão presentes, as pessoas e organizações que se entregam à definição de objectos SPIDER, geram mais e melhores resultados. Convido-os a observarem, analisarem e interiorizarem estes 5 princípios!

Princípio n.º1: Estar GRATO pelo que já se tem
Quando substituímos o "quando atingir os meus objectivos serei feliz" pelo "já sou feliz e agora vou alcançar estes objectivos importantes para mim", os resultados disparam. Parece que quando manifestamos gratidão por tudo aquilo que já temos, somos e fazemos, dizemos simultaneamente a nós próprios que os nossos objectivos são muito importantes e não nos fazem FALTA. Apenas os queremos, não necessitamos deles!

Princípio n.º2: Estar disposto a pagar o PREÇO
A caminho dos nossos objectivos, teremos provavelmente preços a pagar. Podem ser preços físicos (usar a nossa energia para fazer algo), emocionais (introduzir novos estímulos nos relacionamentos ou sair da nossa zona de conforto, p.ex.) ou até financeiros. Quando temos uma clara noção de que para chegar onde queremos haverá preços a pagar e o aceitamos antecipadamente, o processo tende a ser mais poderoso e efectivo, além de ser mais fácil lidar com... o preço!

Princípio n.º3: Estar disposto a abdicar de COISAS BOAS
No caminho existirão também coisas boas! A caminho da relação para nós perfeita, haverá desenvolvimentos positivos com os quais nos podemos contentar antes da chegada ao objectivo. Antes de conseguirmos o emprego perfeito, podemos receber um convite para um emprego que não sendo perfeito... é bastante razoável. Antes de chegarmos ao milhão de euros, podemos chegar ao meio milhão e reduzir a intensidade da nossa actividade rumo ao objectivo. Há quem acredite que o principal obstáculo no nosso trilho até ao objectivo serão as coisas boas que aparecerão no entretanto. Quem está consciente disto tende a gerar melhor resultados!

Princípio n.º4: Estar disposto a jogar o JOGO
O exercício de definição de objectivos é fortemente potenciado pela crença de que as nossas acções definem os nossos resultados. Quando alguém aceita jogar o jogo dos objectivos com esta crença, os resultados tendem a disparar. Depois de alguns anos a estudar este tema, ainda não sei se é mesmo verdade que se me empenhar o suficiente encontrarei sempre uma forma de chegar ao objectivo. O que tenho observado é que quem está disposto a jogar o jogo com este pressuposto tende a chegar lá ;-)

Princípio n.º5: Estar consciente das REGRAS
Uma das mais importantes regras deste jogo a que convencionamos chamar vida é a existência do factor tempo. Ele é escasso, não sabemos quando termina e aparentemente as nossas escolhas são sobretudo escolhas de alocação de tempo. Quem percebe esta noção tem uma maior tendência a fazer escolhas poderosas rumo aos objectivos AGORA.

Espero que estas importantes dicas possam ser úteis para que 2011 seja um ano
Sempre
Pleno de
Inspiração e
Dupla
Energia
Renovadora

Um ano SPIDER! Sinta-se livre para partilhar e usar este texto com pessoas que sejam importantes para si e a quem queira proporcionar um ano cheio de amor e conquistas.



Pedro Vieira - artigo previamente publicado em http://www.neuroestrategia.blogspot.com/

Como lidar com o fracasso profissional?


Nem sempre as coisas correm como queremos, nem sempre atingimos os resultados desejados no momento planeado. Nessas alturas, o que fazer? Olhar para a realidade como fracasso? Aparentemente, esse será apenas um dos significados a atribuir à situação. Será o melhor?

Na vida profissional, existem normalmente um conjunto de tarefas a desempenhar, expectativas a materializar, objectivos a cumprir. Ou seja, os resultados produzidos podem ser comparados com algo definido anteriormente ou simplesmente com os resultados de colegas ou concorrentes. Esta possibilidade de comparar os resultados com uma expectativa ou padrão fazem com que os possamos classificar: um bom trabalho, um objectivo falhado, uma tarefa incompleta, uma reunião positiva, uma venda perdida, uma promoção alcançada, um salário baixo, um espírito de equipa fantástico… É fácil compreender que alguns destes resultados são assim tidos como positivos ou de sucesso e outros como negativos ou de fracasso. As emoções associadas a cada um destes dois grandes conjuntos de resultados são diferentes, claro. Podemos gostar muito de umas (as boas), nem tanto das outras (as más).

Uma proposta apresentada por vários autores é a da utilização de estratégias de alteração do foco mental. Por exemplo, se acha que a sua função profissional é neste momento pouco interessante, pode concentrar-se nas tarefas dentro da função que acha interessantes. Há também quem proponha a alteração da linguagem. Ou seja, se não conseguiu cumprir um objectivos de vendas pode sempre optar por alterar o “falhei por mil” para o “fiquei a apenas mil”! E há ainda quem proponha uma simples e normalmente eficiente alteração da fisiologia, ou seja, uma mudança da forma como utiliza o seu corpo para que as emoções se alterem (colocar um sorriso na cara)!

A investigação nesta área parece apontar para a grande eficiência da estratégia de utilização do conceito de tempo. Na prática isto passa por olhar para o seu resultado presente à luz de um potencial sucesso futuro. Neste sentido, o resultado presente deixa de ser visto de forma negativa e passa a ser visto com um importante passo para que o sucesso chegue no futuro! Imagine que um cliente lhe disse que não a uma proposta de venda. Utilizando esta estratégia, poderá olhar para o seu futuro como vendedor de excelência e perceber que esta recusa do seu comprador vai ser útil pois será um poderoso incentivo para que procure novas soluções e estratégias para melhorar os seus resultados. E são precisamente essas novas soluções e estratégias que o vão fazer chegar ao futuro, olha para trás e dizer “ainda bem que obtive aqueles resultados naquela altura”! É uma forma engenhosa de brincar com a sua linha do tempo. Como ainda não sabe o que vai acontecer no seu futuro, crie imagens positivas e poderosas que o ajudem a lidar com o presente de uma forma emocionalmente positiva. Transforme o fracasso em aprendizagem e sinta-se melhor no desempenho da sua profissão.

Consegue imaginar o que acontecerá quando todos os momentos difíceis ou menos agradáveis forem sentidos por si como aprendizagens logo no presente e não apenas num futuro distante? Há quem se pergunte “se me vou rir disto no futuro, por que não começar já a fazê-lo”… Comece a questionar-se “se um dia vou olhar para o fracasso presente como aprendizagem a caminho do sucesso, por que não começar já a fazê-lo?” e recolha os benefícios!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training
(Artigo previamente publicado na Revista Top Winner de Novembro 2010)

Como explicar estratégia a uma criança?

Quando a minha filha mais velha tinha 4 anos perguntou-me o que era uma estratégia. Resolvi explicar-lhe exactamente da mesma forma que faço com adultos… Se o local onde estamos é o nosso ponto A, e o local para onde queremos ir é o nosso ponto B, quantos caminhos temos para os unir? Muitos! Cada um desses caminhos é uma estratégia.

Até aqui tudo bem (tanto para adultos como para crianças…). A questão mais delicada é que a experiência nos mostra que muito raramente os gestores conhecem com pormenor o local onde estão e muito menos escolhem detalhadamente para onde querem ir. Sem estes dois pontos bem definidos, de que valem as estratégias?

Imagine que um amigo se perde a caminho de sua casa. Liga-lhe do telemóvel, não tendo nenhum ponto de referência para lhe dar. Como o ajuda? Apenas e só focando-o na necessidade de recolher informação precisa sobre o local onde está.

Percebe como é pouco produtivo investir em definição e implementação de estratégias quando não conhecemos o ponto de partida? Há poucas semanas trabalhei com uma empresa que tinha investido centenas de milhares de euros num novo programa de incentivos para o seu staff. Os resultados não estavam a melhorar e interrogavam-se porquê… Qual tinha sido o estudo de identificação de reais necessidades do staff? Nenhum, simplesmente assumiu-se que os prémios monetários seriam o verdadeiro motor da motivação, pois “toda a gente se queixava dos salários”. O nosso ponto A nem sempre é exactamente o que parece, como esta organização descobriu depois do investimento feito.

Nova proposta de imaginação… Tem o carro preparado para as grandes férias de Verão, família incluída, depósito cheio, destino por definir. Entra no carro e começa a conduzir. Uma coisa é certa: nunca chegará onde quer, pois não há mapa que ajude a alcançar objectivos por definir. Embora seja certo que não poderá falhar (razão principal pela qual mais de 90% das pessoas não tem objectivos definidos e escritos para as várias áreas da sua vida), a probabilidade de ficar imensamente satisfeito com o seu local de destino é reduzida.


Sabe quantas empresas em Portugal não chegam a definir com clareza, através de poderosos processos de definição de objectivos, o seu ponto B?
É absolutamente impressionante, pois uma observação profunda mostra que estamos a falar da esmagadora maioria. Ah, e se apenas os directores da empresa conhecem o ponto de chegada, não conta, claro! É como se um passageiro do seu carro conhece-se o destino mas não o comunicasse ao condutor…

Perceba claramente onde está. Defina com precisão para onde quer ir. Dedique-se a perceber os caminhos disponíveis. Escolha o melhor. Mantenha-se flexível a eventuais mudanças de caminho para contornar obstáculos inesperados. Torne-se um mestre da estratégia. Até uma criança de quatro anos entende!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

http://www.pedrovieira.net/

Leia também