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Qual é a sua desculpa para não viver a 100%?

Estamos quase no início de um ano novo e como é habitual, este vem cheio de “resoluções”, decisões e objectivos, e as esperanças tendem simbolicamente a renovar-se.

Neste primeiro post do ano, desafiamo-lo/a a escolher uma palavra chave/verbo para o seu ano. Uma palavra que servirá de farol, o ano todo!
Pode ser “Criar”, “Fazer”, “Atingir”, “Ser”.... Qual é
a sua palavra?
Uma vez que há várias desculpas (mais ou menos padrão) para se ir desligando da sua escolha, bem como dos objectivos que define nesta altura, listamos as ditas “desculpas”, bem como dicas para… as aniquilar.

Escolha a sua, aponte e BanG! :D

Desculpa #1: Não sei como fazer
Atitude: Vou criar coragem
Se decidiu fazer alguma coisa nova, coloque a sua energia nisso mesmo.

Experienciar algo diferente, sair da zona de conforto vai ajudá-lo de diversas formas, primeiro a nível neuronal, consequentemente emocional e físico. Muito provavelmente dará um impulso aos seus resultados!
Para começar a fazer, procure outras pessoas que o podem informar/ajudar no seu empreendimento. Partilhe com os seus amigos esse seu objectivo (muitas vezes numa conversa informal, acabam por se criar sinergias inesperadas). Procure dados na internet, associações de pessoas que fazem o mesmo (incluindo e especialmente lá fora). Antes de tudo, pense que vai conseguir.... mesmo sem saber "como". :)

Desculpa #2: Não tenho tempo
Atitude: Eu tenho tempo para o que preciso
Pense em soluções à sua medida para “criar” tempo. Podem passar por acordar mais cedo, por planear melhor os seus ciclos de sono – em média, um ciclo de sono tem 90 minutos (1,5 horas), o que significa que muito provavelmente 6 horas de sono chegam perfeitamente para acordar bem.


Deite-se a pensar como o dia seguinte vai correr bem, uma vez que terá tempo para tudo. Comece também o dia por dizer a si próprio que vai ter tempo para o que precisa. Trata-se de uma ordem simples que dará ao seu sistema, e que… resulta. O seu sistema mais provavelmente vai preparar-se para que a sua própria “ordem” se cumpra. Experimente!
Lembre-se que o tempo é o seu recurso mais precioso. Faça uma lista com as actividades que considera realmente dispensáveis (por não lhe trazerem nada de útil ou nenhuma emoção que precise realmente), para as substituir por outras.

Inicie apenas actividades que queira mesmo fazer, e que se adequem às suas necessidades. Não porque “alguém quer que as faça”, ou porque “parece melhor”… mas nem lhe apetece especialmente. Procure motivações reais que sustentem os novos hábitos.

Desculpa #3: Não tenho dinheiro
Atitude: Vou criar mais dinheiro, a partir das minhas paixões, com criatividade

Faça uma análise das suas contas, e perceba onde pode e está disposto/a a poupar de facto. Esta análise pode passar por guardar todas as despesas diariamente durante um mês, e registar.

Depois, pare e pergunte a si próprio o que pode fazer para ganhar mais dinheiro. Faça uma lista de 10 formas diferentes para o conseguir. Lembre-se de coisas que gosta mesmo de fazer. Actividades que as outras pessoas lhe dizem “ter mesmo jeito”. A criatividade humana já fez provar que existem milhares de formas diferentes de ganhar dinheiro. Ponha a sua criatividade a trabalhar e aponte, agora, 10 formas de ganhar dinheiro que pode implementar já!

Desculpa #4: Nada nunca funciona comigo
Atitude: vou criar sensação de abundância instantaneamente
Comece por fazer um registo, diário ou semanal, de tudo aquilo que é grato.

Quando recordamos a beleza nas nossas vidas, a sorte que temos por ter uma casa onde dormir, o que comer, pessoas importantes para nós, as experiências que tivemos que enriqueceram a nossa existência, momentos em que as coisas "funcionaram"… tudo o resto torna-se mais ou menos secundário. O nosso estado anímico agradece (bem como as pessoas ao nosso redor). É fácil sentir-se bem, quando recorda a sorte que tem “porque…” E, sabe que mais? Quando o nosso estado se encontra neste ponto, cria-se uma vontade natural de fazer aquilo que seria necessário para obter mais sucesso. As coisas parecem correr melhor (e correm mesmo). Comece hoje este registo!

Desculpa #5: não me consigo focar
Atitude: Vou focar-me no que realmente quero.
Faça com que a palavra que escolheu como "guia" do ano o conduza. Depois, conduza-se a si próprio a partir do que o/a apaixona. O que gosta mais de fazer? De que forma pode associar isso ao seu trabalho, a alguma actividade na qual quer redobrar o seu foco?

O que é que precisa deixar para trás (hábitos, pensamentos impossibilitadores, a companhia de certas pessoas que não estão alinhadas consigo, etc), para que se possa focar no que interessa?
Pense em pessoas que o/a motivam, crie um peer group de pessoas que lhe dão força, e o poderão ajudar a chegar onde pretende. Tem alguma personalidade-modelo que o/a inspira? Então, quando confrontado com algum imprevisto, aconselhe-se mentalmente com essa pessoa. O que é que ele/a faria nessa situação? Lembre-se que a nossa criatividade é absolutamente ilimitada. ;)

Desculpa #6: Eu não me sinto merecedor(a)
Atitude: Eu tenho fé em mim e no meu percurso
Em diversas situações na nossa vida nós experimentamos sensação de sucesso, de persistência, de força inabalável de vontade. Se isso não tivesse acontecido, não estaria neste momento a ler este artigo, sequer. :)
Não teria aprendido a andar, não teria aprendido a lidar com computadores, etc.Lembre-se agora dos dois momentos em que foi mais feliz na sua vida. Podem ser momentos recheados de amor, de uma sensação de realização, satisfação pessoal/profissional. Você é a mesma pessoa, é capaz disso e muito mais.
Merece isso e muito mais. Só não tem este facto presente, por falta de treino mental. Faça agora uma lista desses momentos, só para recordar! ;)

Acima de tudo, lembre-se que o que diz a si próprio é o que passa cá para fora. Passa a ser a sua "realidade"... e, na maior parte das vezes, o que os outros vêem.
Lembre-se do seu poder.

Votos de um feliz ano novo, repleto de bons, excelentes pensamentos... escolhidos por SI, e alinhados com a sua palavra chave! :)


Beatriz Costa, Inspirational Communication Manager @LIFE Training e Practitioner em PNLArtigo criado a partir deste, e devidamente aumentado: http://theboldlife.com/2011/12/eliminate-excuses-fear-2012 :)

Arte de se liderar ... a si próprio!


Há muitos anos que um dos temas de eleição da formação para executivos é a liderança.

Progressivamente, o interesse pela temática foi-se alargando a muitas outras pessoas, proliferando os cursos, teorias, abordagens e literatura sobre a nobre arte de liderar.

Neste artigo, gostaria de lhe apresentar uma visão mais intimista e poderosa da liderança, mostrando-lhe um caminho baseado na auto-liderança. Chamo-lhe neuroliderança, com a intenção de colocar o foco do leitor no seu próprio sistema neurológico, ou seja, em si mesmo! Numa abordagem mais superficial da liderança, podemos discutir estratégias de comunicação, táticas de intervenção, processos de tomada de decisão, técnicas de gestão. Quando aumentamos a profundidade da análise, acederemos a uma galeria de estados emocionais, utilização da fisiologia, padrões de pensamento, filtros mentais, etc. E é precisamente aqui, acredito eu, que começa a mais apaixonante aventura de cada um na descoberta do seu próprio processo de liderança.

Em pleno século XXI, encontro ainda muitas pessoas que têm dificuldade em descrever com exatidão os seus relacionamentos (incluindo os profissionais) e em desenhar estratégias de sucesso para melhorarem os seus resultados. Por vezes procuram no exterior a resposta para as suas interrogações, buscando nos gurus e escolas de pensamento de gestão as fórmulas secretas para se imporem como líderes. Quando começam, por oposição, a explorar o seu interior descobrem que podem aprender a gerar e gerir os estados emocionais que lhes vão permitir tornarem-se eficientes líderes de si próprios e assim, pela via do exemplo e inspiração, também influentes líderes dos contextos em que se movimentam.

Se esta abordagem lhe está a parecer, caro leitor, sobretudo abstrata… então está cem por cento correto. É que as respostas à pergunta "o que devo fazer para me tornar um excelente líder" vão depender da especificidade do contexto. Agora a resposta à pergunta "como me posso tornar um líder excelente", essa está totalmente ligada à gestão do seu sistema, à capacidade de gerar pensamentos e de usar o seu corpo de forma positiva para gerar emoções poderosas. Bem-vindo ao mundo da neuroliderança, em que aprenderá também a fazer isto dentro do contexto da gestão de equipas e do desenvolvimento das organizações. Melhores pessoas, melhores organizações, melhores resultados são o objetivo desta abordagem.

Usando os mais recentes estudos na área de comportamento, o desenvolvimento da neuroliderança vai provavelmente permitir-lhe perceber os seus próprios processos de decisão, melhorar a comunicação e usar mais eficazmente os seus próprios recursos. Pessoalmente, acompanhei já milhares de pessoas na adoção de alguns destes princípios nas suas vidas pessoais e profissionais, pelo que sou um natural adepto desta poderosa abordagem que parte do individuo para a sociedade, do líder para a equipa. Independentemente da sua função e papel social, torne-se um líder, utilizando eficazmente os seus recursos para se tornar na melhor versão de si próprio. Torne-se um neurolíder! Até onde acha que pode chegar? Qual o máximo impacto positivo que acredita poder ter?

Para o fazer vai ter que aprender a definir com clareza os seus objetivos e intenções, apurar a capacidade de observação e manifestar flexibilidade comportamental. Quem ganha com isto? O leitor, para começar. E também os coletivos de que faz parte e que beneficiam da existência de comportamentos adequados de liderança pessoal: a família, a equipa, a empresa. Consegue imaginar como será uma nação em que abundam os exemplos de líderes esclarecidos, comprometidos e eficientes? Eu consigo e vibro com a ideia!


Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

Artigo previamente publicado no Jornal de Negócios

A Pedra Basilar: aumente agora a sua autoconfiança


Quando somos chamados a intervir em empresas e equipas que estão com desafios em manter ou aumentar resultados, uma das primeiras coisas a que prestamos atenção é o nível de autoconfiança dos elementos.

A autoconfiança é crença ou o acreditar em si próprio, acreditar que é capaz de realizar aquilo a que se propõe, a ultrapassar obstáculos e vencer desafios. Como é óbvio, sem ela, qualquer tarefa em que estejamos envolvidos começa a tornar-se mais complexa, pois os nossos esforços começam a ser quase auto-sabotados por uma atitude associada a um padrão de comportamento do tipo "Faça o que fizer, não vou conseguir."!

Existem variadíssimas formas de aumentar a autoconfiança e na maioria dos casos as interacções e jogos proporcionados na formação permitem colocar as equipas fora da sua zona de conforto. Com isto aumentam a crença de que conseguem fazer mais do que o que estavam à espera.
No fundo, a forma de se ganhar autoconfiança que resista ao longo do tempo é mesmo esta: fazermos coisas que estão fora da zona de conforto, que são desafiantes, e quanto mais as fazemos, mais conseguimos perceber de que somos capazes de mais do que o que estávamos à espera. Isso faz crescer a nossa crença de que conseguimos.

É engraçado perceber que o conceito de transcontextualidade introduzido pela neuroestratégia também se aplica aqui. Por superarmos uma prova física ou um enigma, o nosso cérebro sente-se mais capacitado para fazer outras tarefas, mesmo que em nada tenham a ver com as primeiras! Isto acontece, pois tendemos a utilizar as estratégias ou comportamentos que resultam numa situação transcontextualmente, em outras situações ou contextos.

Obviamente, o que dizemos a nós próprios e a outros sobre nós tem um grande impacto na nossa autoconfiança e auto-estima. Sempre que falamos, estamos a transmitir crenças, opiniões, convicções e muitas vezes a reforçá-las nesse processo. Então, é natural que se estamos a dizer coisas como "eu não consigo, eu não sou bom, eu não presto", isso nos faça sentir muito diferente do que dizer algo como "eu estou a melhorar, eu tenho valor, eu vou conseguir".
É bom esclarecer de que o objectivo não é dizer coisas sem sentido só porque são bonitas, é sim olharmos para algumas situações pensando na solução e observando também os aspectos positivos que elas podem conter.

Sugiro por isso dois exercícios simples e muito poderosos para iniciar esta mudança de "crenças", para começarmos a ganhar mais confiança em nós:

Exercício 1:
Escreva de manhã ao acordar ou o mais cedo possível, 10 características positivas sobre si! Dez coisas que faça bem ou que sejam suas qualidades... Pode ser algo muito simples como gostar de exercício físico ou ser sincero. Pode ser algo complexo como aceitar os outros como eles são... Deve fazer este exercício durante 3 dias, encontrando sempre características diferentes. Peça a amigos e familiares para dizer o que gostam em si, pedir ajuda não só é permitido como recomendável. No final dos 3 dias tem uma lista de 30 coisas óptimas sobre si e de certeza um sentimento muito bom!

Exercício 2:
Escreva três "afirmações poderosas" sobre si. O objectivo do exercício é criarmos três frases sobre nós que quando as dissermos, nos façam sentir bem, nos façam sentir poderosos, nos dêem alento e coragem, nos lembrem dos objectivos que vamos conquistar.
Se for desafiante fazê-lo, use as 30 características e construa frases com base nelas... Qualquer afirmação é válida, desde que acredite nela e ela lhe traga um sentimento de confiança e poder. Depois é só dizê-las todos os dias em frente ao espelho de manhã e/ou sempre que se sentir mais em baixo. É impressionante como um exercício tão simples e rápido tem um impacto tão enorme na nossa vida.
Experimente!


Ricardo Peixe, Coach & Trainer na Life Training, Precursor do VencerGT.com

Confiança nas empresas

O contacto com as pessoas no contexto de formação é extraordinário, pois encontro quase sempre um tipo de público heterogéneo. É extraordinário também perceber, que, durante as sessões de formação, deparo-me invariavelmente com dois tipos de público: as pessoas que sabem o que fazer e o que dizer e não o fazem, e as pessoas que, independentemente do receio, entram em acção. As segundas aumentam a probabilidade de atingirem os resultados estipulados pela empresa.

O que difere no primeiro grupo de pessoas para o segundo, é a capacidade das pessoas se focarem naquilo que não são capazes ao invés de se focarem no sucesso que querem obter.
Imagine agora que dentro da sua organização tem uma equipa que, independentemente da situação, actua consistentemente de forma confiante, capaz de encarar um ”não” vezes sem conta quando tem de vender um produto, capaz de fazer uma apresentação e enfrentar uma audiência, capaz de contagiar os colegas e focá-los nos seus objectivos. Consegue imaginar?

Muitas pessoas que trabalham nas organizações, pensam que não conseguem, muitas vezes antes de tentarem, focando-se e repetindo continuamente “não consigo, não sou capaz”. Ao invés, as pessoas de sucesso dentro das organizações, aceitam diariamente situações que involvem risco e incerteza, tornando-se desta feita o seu hábito.

Acredito eu que nos tornamos naquilo que praticamos, ou seja, se é possível treinarmos durante anos como não sermos confiantes, é possível também acedermos a estados poderosos de confiança interna e treiná-los a ponto de influenciarmos os nossos resultados e os resultados das organizações.

Crie o hábito diário de fazer uma pequena coisa que contenha risco e seja incerta. Quando der por si, verá que a sua equipa e a sua organização estarão rodeados de pessoas confiantes e a atingirem resultados de sucesso!

Obrigado

Mário Caetano
http://www.mariocaetano.net/

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