Comportamento Não-verbal: Decifrar sinais ou ler pistas?
Já lhe aconteceu sentir que os outros não estavam a dar atenção à sua mensagem? Ou pensar que estariam a discordar, mesmo sem que o verbalizassem? Ou que a resposta obtida foi diferente do que queria? Muitas vezes, tal pode suceder por estarmos a ler inconscientemente sinais não-verbais em quem temos à frente.
Os gestos, a postura, as expressões faciais, componentes não-verbais, como nos mostra Albert Mehrabian e outros investigadores, têm maior peso no impato que produzimos, como emissores, na percepção dos interlocutores sobre a atitude associada à mensagem transmitida.
Tenho ouvido algumas pessoas dizer: “É impossível estar a toda a hora com atenção a tudo o que está a acontecer à minha frente! Deve ser bem frustrante esse líder estar sempre a pensar no que esta pessoa mostrou com o sobrolho ou na outra que fez um gesto naquele momento.”. Ao que provavelmente lhe responderia: “Isso talvez fosse tentar decifrar todos os sinais per si e compor uma manta de retalhos que não combinam entre si.”.
O que lhe proponho é juntar pistas na comunicação não-verbal da outra pessoa, aproveitando padrões de comportamento quando fizer sentido, que ajudem a ler a forma de ver a realidade que ela usa para “ler” o contexto e se comportar.
Para isso, sugiro treinar, simplesmente, o “estar com atenção”. Começando por exemplo a observar à distância o não-verbal de alguém a conversar em cafés ou centros comerciais, e perguntar: “O que pode significar aquele sinal? E que pode significar mais?”.
Pode juntar esse exercício à informação sobre padrões de comportamento não-verbal em livros e mesmo assim será contraproducente pensar que já sabe o motivo por trás deste ou daquele sinal não-verbal. Pois padrões são isso mesmo: padrões. Aplicam-se à maioria. Não exactamente a todos.
Quando comunicamos, pode ser mais interessante utilizar a técnica VEEP: Ver “Com olhos de ver”, em vez de meramente olhar o que acontece à volta; Escutar realmente o que é dito, em vez de só ouvir e imaginar o que outro poderia querer dizer; Explorar discurso e Perguntar sobre palavras do interlocutor que foram acompanhadas de sinal não-verbal incomum, em vez de “alucinar” sobremotivos, opiniões ou sinais faciais.
Querendo atingir melhores resultados na comunicação, experimente fazer VEEP. Comece discretamente com amigos ou familiares. Veja o resultado que obtém. Está mais perto do que quer? Ótimo! Está ainda um pouco aquém? Seja flexível. Será que pode melhorar algo ou fazer diferente na forma como fez?
João Ricardo Pombeiro, coach, formador da LIFE Training na área comportamental
Artigo previamente publicado na plataforma Dinheiro Vivo
Coaching no local de trabalho
Será que a introdução de um processo de Coaching nas organizações pode ser diferenciadora nos seus resultados?
Numa organização que utiliza esta ferramenta, mais do que querer entender o porquê dos resultados, visa-se entender o como se chegou ao resultado e o que se pode fazer diferente para o potencializar.
O processo de Coaching consiste numa estrutura simples que permite ajudar os outros (e as organizações como um todo), a diagnosticar o seu estado actual e analisar com consciência os resultados do presente. Por outro lado, ajuda a diagnosticar e definir objectivos específicos, ou seja, o estado desejado. Sabendo onde se está e para onde se quer ir, o foco passa a incidir no aumento do leque de escolhas para lidar com o percurso e ultrapassar os eventuais desafios. No fundo, o grande foco do Coaching é ajudar as pessoas a atingir os seus resultados.
Principais passos e benéficos do Coaching no local de trabalho:
• Define o mapa-mundo da organização – diagnóstico do nível de satisfação com as diferentes áreas organizacionais: ao nível físico (instalações, ergonomia, níveis de energia dos colaboradores), emocional (motivação, liderança, gestão de conflitos relacionais), mental (definição de objectivos, formação, aprendizagens), financeiro (lucros, vencimentos) e espiritual (missão, visão, valores).
• Orienta para o centro do alvo – sendo o alvo os resultados organizacionais é deveras importante que na organização todos “atirem” para o mesmo “ponto” no alvo. Ajudar a definir objectivos a nível individual permite alinhar o sentido da “seta”.
• Alimenta estados de recursos potencializadores - No trabalho que tenho desenvolvido enquanto coach em empresas, é muitas vezes referida a desmotivação como um entrave ao progresso. Através do Coaching ajudam-se as pessoas a activar estados que lhes permitam lidar com os desafios com maior eficácia e a serem responsáveis pela sua auto-motivação.
• Orienta na escolha das acções - numa organização qualquer performance individual ou de grupo tem impacto no todo. Somos hoje o somatório das nossas acções do passado e seremos no futuro o somatório das acções do presente, nesse sentido o Coaching orienta para o poder da escolha e para a adopção do melhor comportamento no sentido do objectivo estipulado.
Uma organização é como um barco - parada é pouco válida. Tem um destino: objectivos organizacionais; uma tripulação com tarefas definidas e que faz andar o barco - colaboradores com objectivos e funções que devem desempenhar no seu melhor. Tem também tormentas - desafios e obstáculos que tem que ser ultrapassados. O Coaching é como a bússola, todos os recursos já lá estão e simplesmente nos ajuda a encontrar certezas e clarificar o caminho. Quando sabemos onde estamos, temos claro para onde queremos ir, nos dotamos dos recursos e estados ideais para implementar acções, quer a nível individual, quer numa equipa, é inevitável a potencialização dos resultados finais e a conquista do porto de destino.
Núria Mendoza, Formadora & Coach LIFE Training
Artigo previamente publicado na plataforma online Dinheiro Vivo
Génios na sua empresa
Imagine, por breves momentos, que recebe um telefonema do Albert Einstein a oferecer-se para trabalhar na sua empresa. O que lhe diz?
Alguns dos leitores acedem rapidamente a uma resposta: “Claro que sim”! Outras dizem: “Que interesse poderia ter um génio na sua empresa”? Existem, ainda, aqueles que gostariam de o conhecer e entender os motivos que poderiam ser tidos como relevantes para este invulgar interesse de fazer parte da sua empresa em particular.
Cada um destes pensamentos me parece, numa primeira análise, interessantes e me fazem, aceder a alguns padrões das empresas portuguesas.
Algumas organizações recusariam, pensando talvez que um génio olha muito pouco para rácios de produtividade. Outras organizações teriam que demarcar muito bem o campo de acção do génio para sentirem conforto com esta nova situação.
Finalmente, haveria empresas, as que da minha experiência enquanto observadora atingem maior sucesso, que avançariam para a gestão criativa enquanto componente essencial para o desenvolvimento da empresa.
Para esta reflexão recordo a teoria do escritor e filósofo Koestler.
Para este filósofo, a explosão criadora ocorre quando duas ou mais matrizes independentes interagem entre si – fenómeno denominado de bissociação, que consiste na conexão de níveis de experiência ou sistemas de referências. Uma nova ideia é assim construída na através da associação de diferentes campos não directamente relacionados com a área de partida. Esta teoria poderá ser chave para uma nova forma de olhar a Gestão de Recursos Humanos. O que poderia acontecer se a sua empresa tivesse em si pessoas que juntassem duas forças distintas, e as tornassem numa só? Que aliasse o saber à inovação, que aglomerasse lógica a sentimento, que criasse e seguisse novos caminhos “de fazer”, mais produtivos e estimulantes?
Eu já vi algumas empresas desejarem ser diferentes de todas as outras e a solicitarem aos seus colaboradores ideias/sugestões para ajudar a produzir melhores resultados. Esta parece-me uma excelente forma de sair da caixa. No entanto também não é anormal ver caixas acrílicas onde os colaboradores devem depositar as suas fantásticas ideias. Será que um génio consegue sempre colocar por escrito a sua ideia genial? É também, usual, algumas empresas segmentarem as suas ideias. Porém, e tendo em conta esta reflexão, será que o contabilista poderá dar uma boa ideia para a área comercial? Também não é anormal ver empresas pagarem dispendiosos estudos de mercado e mesmo assim desperdiçarem informação privilegiada dos seus colaboradores e também potenciais clientes.
Os génios são todos aqueles que conseguem olhar para as suas funções e responsabilidades com uma atitude crítica e de desenvolvimento pessoal e organizacional. Logo, imagine o que poderá fazer pela sua organização se permitir que os génios da sua organização criem novas formas de fazer, pensar, executar.
Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH
Artigo previamente publicado na plataforma online Dinheiro Vivo
Coaching de vendas
Num mundo altamente competitivo na área das vendas, acreditamos que os mais preparados atingem a excelência.A nossa intenção é promover um modelo de Coaching de vendas eficaz e com provas dadas no mercado Português.
Este modelo tem uma componente de desenvolvimento pessoal e de técnicas de vendas seguido de treino e orientação no terreno onde o vendedor é acompanhado por um coach. Imagine o coaching de vendas que lhe permite aproveitar as enormes oportunidades dos dias de hoje, imagine até onde poderia chegar o vendedor (ou grupo de vendedores) se tivessem as ferramentas adequadas e se empenhassem verdadeiramente em atingir os objectivos definidos?
Então, em que consiste e para que serve o Coaching de vendas?
Este método trabalha:
•A compreensão dos motivos de cada elemento para agir como vendedor
•Acede aos seus “mapas-mundo”, ou seja, à sua própria forma de ver a realidade, ajudando-os a desenvolverem novas ideias e conceitos
•Favorece a aceitação da responsabilidade, da motivação e leva o vendedor a desenvolver capacidades de comunicação que o tornam único
•Define as fases da venda e dá ferramentas eficientes a serem utilizadas em cada uma das fases
O objectivo máximo deste modelo é ajudar na acção e a fazer com que o vendedor consiga dar o máximo de si utilizando todos os recursos que já tem disponíveis.
Idealmente, no passado, o conceito de chefe de vendas era semelhante ao do coach, na realidade a área da gestão de vendas evoluiu e necessita agora, cada vez mais, de ferramentas de suporte para realizar esse trabalho de forma moderna e eficiente.
O “Coaching de vendas” (CV), enquanto modelo LIFE Training, tem como objectivo ajudar os vendedores a, durante um interacção de vendas com clientes, tomarem consciência das vantagens de definir objectivos, estarem atentos à dinâmica da venda e flexibilizarem a sua atitude e ferramentas para a acção com sucesso. Esta formação tem como base, princípios de Coaching, Neurovendas, Programação Neuro Linguística e Neuroestratégia.
O CV no terreno é antecedido de uma formação básica de técnicas de vendas a que se seguirão as sessões, onde o formador acompanha o vendedor na interacção com o cliente, sem qualquer intervenção, fazendo de seguida uma partilha com o vendedor, dando feedback e sugerindo acções alternativas para alavancar resultados.
Este modelo tem como benefícios o facto de a formação ser adaptada individualmente às necessidades de cada um dos elementos da equipa comercial e, individualmente, acelerar e tornar mais eficiente o processo treino.
No acompanhamento no terreno o Coach faz a análise dos pontos a melhorar e actua de imediato, tornando a aprendizagem mais consciente, pois o comercial é parte activa na situação em causa.
Trata-se de um processo contínuo que deve ter em conta a psicologia do vendedor e a fase da sua experiência. Os vendedores iniciados terão exigências de coaching diferentes dos vendedores experientes ou até com muitos anos de casa e com métodos “incrustados”.
Em muitos casos o processo passa por um “acordar” do ânimo da venda, reavivar o entusiasmo pelo que é novo e pelo própria actividade de venda.
Paulo Espírito Santo, Sales coach e formador LIFE Training
Saber + sobre a próxima certificação em Neurovendas LIFE Training
Quem pode ser mágico nas empresas?
Há quem acredite que a mudança nas organizações terá que ser implementada ao nível mais alto para produzir reais impactos. Eu acredito que quando CEOs, administradores e directores se tornam embaixadores da mudança esta ganha maior poder. E também acredito que qualquer pessoa pode iniciar um processo de mudança organizacional.Independentemente do lugar que cada um ocupa na hierarquia, se quiser pode transformar-se num Mágico que modifica a realidade em que se envolve! Já vi isto acontecer em dezenas de empresas, com vendedores a mudarem departamentos, secretárias a mudarem direcções.
Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer da LIFE Training
Convidado no meu negócio
Hoje, mais do que nunca, o sucesso empresarial depende em muito das relações que conquistamos, desenvolvemos e mantemos com os nossos clientes. Parece-me o momento indicado para escrever sobre este conceito fantástico que descobri já há algum tempo: Convidado no meu negócio.Várias empresas escolhem produzir produtos com máxima qualidade, outras dedicam muita da sua energia a mostrar que disponibilizam os items tecnologicamente mais avançados. Existem ainda empresas que se dedicam a procurar oferecer aos seus clientes o preço mais baixo. Todas estas (ou outras) escolhas me parecem interessantes e merecem, cada uma delas, o nosso reconhecimento. No entanto, vale a pena dedicar alguma da nossa atenção a uma questão: Será que estas escolhas, estas apostas, chegam ao nosso cliente da forma mais positiva, mais potenciadora?
Recorda dez momentos em que foi recebido de forma amável, em que se sentiu único e que sentiu que a sua presença era motivo de felicidade para quem tinha algum produto ou serviço para lhe oferecer? Pois, esta tarefa pode revelar-se mais desafiante do que ao princípio pode parecer…
É um facto que a maior parte das vezes eu sinto que existem produtos bons, preços agradáveis, boa qualidade. Então porque será que não os compro? Até já sabemos que 20% das pessoas vão comprar mesmo que o vendedor não imprima a este processo nenhum tipo de esforço, sabemos também que 20% das pessoas nunca comprará mesmo que seja realizado um processo completo de venda. Talvez a diferença do sucesso possa estar nos 60% das pessoas que vai comprar dependendo do tipo de atenção, cuidado que lhes é oferecido.
Vamos imaginar que a sua empresa garantia sempre essa atenção, esse cuidado. O mesmo que dedica ao amigo de sempre que convida para ir a sua casa. Alguém que lhe abre um sorriso ao abrir a porta. A quem oferece a sua atenção, disponibilizando o sofá e até um almoço dedicado e uma conversa agradável. Nessa conversa até descobre algo sobre o seu amigo que antes não sabia. Quando terminam o encontro, selam o momento com a expressão “Volta mais vezes, gostei mesmo da tua visita”.
Cada colaborador da sua empresa é a sua Comunicação, a sua Publicidade e o seu Relações Publicas. E o seu “Relações Públicas” pode ser cada um dos colaboradores.
A sua empresa, o seu negócio, pode ter muitas visitas. Para tal só precisa de gostar de receber, e mostrar isso mesmo aos seus convidados!
Lígia Ramos, Formadora, Practitioner PNL e Coach
O que marca, numa marca?
À semelhança do que acontece connosco enquanto pessoas, também as empresas têm um coração, um core business, um núcleo que faz com que seja conhecida pelo motivo x e não y. Uma ou mais características que, além do nosso nome, nos distinguem enquanto pessoa e de outras pessoas. O motivo diferenciador que vai fazer diferença no momento de escolha entre o nosso serviço ou produto e outro qualquer.E o caminho para uma boa gestão de marcas rumo a um crescimento sustentável, aponta para o reforço deste core business.
Como é que se faz este reforço?
1.Alarga-se esta mensagem, reforçando-a consistentemente por toda a organização, fornecendo a informação a todos os colaboradores e atentando às escolhas que se fazem a todos os níveis. A nível de marketing interno, externo, criação de novos produtos (abandono de outros), etc, o alinhamento deverá estar presente.
Por exemplo, a marca de relogios Swatch, após 10 anos de aposta e investimento em design e patamar de preço elevado, decide voltar às raízes, reafirmando o seu ADN de acessório de moda acessível, colorido.
2.Recordar os valores da marca intrínsecos, permanecendo relevante ao consumidor. Ou seja, mantermo-nos fiéis à ideia chave, mas acompanhando as tendências do consumidor.
3.Para acompanhar as tendências, muitas vezes a melhor opção é implementar uma renovação, ao invés de optar por extensões de marca que provavelmente se tornam mais dispendiosas, para novas categorias que podem não funcionar. (por exemplo, a Mc Pizza foi em diversas vezes impulsionada pela McDonalds, sem sucesso!).
4.Ter uma visão inspiradora como valor base. Uma visão clara da marca é o mais importante potenciador de crescimento para a mesma. É o autêntico GPS que nos vai indicar se estamos no caminho certo quando pensamos em soluções para a empresa. É esta visão que quando estiver a colocar um post no Facebook dos amigos/clientes/fãs da sua página, o vai conduzir a conteúdos que eles procuram, relevantes e inspiradores para eles, não servindo assim apenas objectivos de promoção por si só. Que o vai ajudar a escolher entre criar um novo produto absolutamente direccionado ao seu publico alvo.
Depois de pensar como a sua marca marca, passando ponto por ponto... aproveite o momento e faça uma reflexão acerca da sua própria brand!
Qual o seu core enquanto profissional?
Tem uma visão inspiradora que o guia no seu caminho? Se tivesse um slogan… qual seria?
O que tem feito para permanecer relevante enquanto profissional? O que tem lido ou visto, que opções conscientes tomou, que tipo de energia tem mostrado, na maior parte do tempo?
Lembre-se que para marcar, é preciso… marcar! ;)
Maria Beatriz Costa, Responsável de Comunicação e Imagem, Practitioner PNL
Comunicação Interna nas organizações
Para manter uma organização saudável, baseada em boas relações interpessoais, com facilidade de negociação dos conflitos, flexibilidade na gestão, planeamento e um óptimo ambiente de trabalho, aposte na comunicação interna. Sempre que comunicamos devemos ter uma intenção; um objectivo. Que mensagem queremos realmente fazer passar? Qual o melhor timing para o fazer? A minha mensagem está alinhada com a missão da empresa e os seus valores? No final da minha interacção que resultado quero obter?
Existem modelos para definir intenções comunicacionais…..
A melhor forma de medir o impacto da nossa comunicação no outro é desenvolvendo a capacidade de analisar o resultado da mesma no destinatário. A pessoa percebeu a minha mensagem? O que me diz o seu comportamento não verbal? Foi capaz de explicar por palavras suas a intenção? Produziu o resultado desejado?
Qualquer pessoa pode desenvolver a sua acuidade sensorial na comunicação!
Os interlocutores devem ter flexibilidade comunicacional para se adaptarem em termos de discurso verbal e não verbal à outra parte. Comunica da mesma forma com todos os elementos da sua equipa? Sente que há umas pessoas com as quais a comunicação parece fluir e com outras não?
As competências de comunicação podem e devem ser desenvolvidas nos indivíduos.
Responsabilidade dos vencedores
Em Julho de 1994, na cidade de Pasadena (EUA), a final do campeonato do mundo de futebol chega ao fim de 120 minutos com um empate entre Brasil e Itália. Para marcar o 5º penalti da Itália, Roberto Baggio pega na bola, depois de dois companheiros de equipa já terem falhado penalidades.Sabendo que se não marcasse, entregava a taça ao Brasil - este festejaria assim o tetra campeonato depois de um interregno de 24 anos. Baggio (FIFA Player of the year e Ballon d’Or em 1993) foi um dos mais geniais jogadores da sua geração e discutivelmente um dos melhores atletas italianos de sempre, sendo o único a marcar em 3 campeonatos do mundo. Em 1994, depois de um apuramento por goal-average na fase de grupos, Roberto Baggio levou Itália “ao colo” marcando 5 golos nos 3 jogos que antecederam a final...
O site cujo propósito inicial era servir de plataforma de interação entre alunos da Universidade rapidamente começa a ganhar adeptos e espalha-se uma velocidade estonteante. Mark percebe que o site pode ser um fenómeno e quando apenas 4 meses após o seu lançamento recebe uma proposta de 10 milhões de dólares para vender. E decide recusar.
Noite mágica no Coliseu do Porto
Haverá melhor dia do que o da liberdade, para escrever sobre o LIFE Energy?Aconteceu há pouco mais de uma semana, o último LIFE Energy, no Coliseu do Porto, onde estiveram praticamente 2500 pessoas reunidas em torno da motivação, energia positiva e contribuição. Aconteceu também aqui o lançamento do livro do Pedro Vieira "O mágico que não acreditava em Magia"!
A metáfora do rolo de papel higiénico vai ficar para a história. A utilização do papel como tempo, a importância que damos a eventos que já estão no chão, longe, o que teimamos em carregar connosco para o nosso futuro… e a possibilidade de, a partir de Agora, adoptando a postura de mágico, escolher Viver, lembrando mesmo de como o fazíamos quando éramos crianças. Lembram-se?
A música no piano termina, Pedro continua… e termina com “Vive a vida até ao fim da corrida!”
...E chega o convidado musical-surpresa, Boss AC. Aproveita a deixa da letra da sua música “estou vivo”, noutro momento 100% Energy. Os participantes levantam-se, acompanham o refrão com AC e os voluntários, que entretanto já invadiram o palco. De seguida, cantamos e dançamos “Infinity”, hino LE.
Beatriz Costa, Inspirational Communication Manager @LIFE Training
Jorge Pina, o "Lutador Nato", acerca do LIFE Energy!
Viva a todos!Foi para mim um privilégio ter estado aí, mais uma vez aprendi muito com toda a vossa equipa e ainda bem que vocês existem porque há poucas pessoas que querem ajudar ou se preocupam com os outros.
Eu também estou disponível para colaborar com a maravilhosa equipa da Life Training, para qualquer coisa que esteja ao meu alcance.
Mais uma vez obrigada pela oportunidade que me deram de partilhar a minha história e desta forma contribuir com a minha mensagem para que as pessoas vivam cada dia melhor!
Até qualquer dia!
Jorge Pina
Motivação a 3000!
Aqui está um artigo que saiu no Jornal de notícias de hoje, 11 de Abril 2011! Energia solidária e inspiração no Coliseu
A décima edição do LIFE Energy, que terá lugar no próximo dia 16 de Abril, no Coliseu do Porto pretende reunir três mil pessoas em torno da ideia de motivação, e se transformará no maior evento do género de sempre realizado no Porto. Um acontecimento que irá ajudar todos aqueles que se desloquem ao Coliseu a lidar melhor com os seus desafios pessoais nesta altura de crise profunda e, ao mesmo tempo, contribuir financeiramente com metade das receitas para a Assistência Médica Internacional (AMI). O evento será construído à volta de um espectáculo – com música, teatro, magia - e de palestras inspiradoras de pessoas cuja experiência de vida pessoal e profissional é assinalável.
Através do conceito de “energia” que gira em redor desta iniciativa, a empresa organizadora – especializada em formação comportamental - pretende demonstrar o poder de cada um questionar a sua situação pessoal, ajudar a escolher rumos e a melhorar resultados. Na base desta estrutura está a disciplina do coaching, utilizada há mais de 20 anos nos Estados Unidos da América, mas que apenas agora começa a dar os primeiros passos em Portugal. É um método em que se procura direccionar, instruir e treinar uma ou mais pessoas com a finalidade de alcançar um determinado fim ou desenvolver competências específicas. Resumindo: atingir maior conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de obter melhores resultados através de atitude direccionada por objectivos.
Contribuição para famílias carenciadas
A organização beneficiária desta iniciativa é a AMI - Assistência Médica Internacional, sendo que cada bilhete LIFE Energy vendido representa duas refeições e meia para famílias carenciadas portuguesas. Na última edição, que decorreu em Lisboa, que contou com a presença da vice-presidente daquela organização humanitária, Leonor Nobre, atingiu-se uma contribuição equivalente a 1200 refeições. Esta é uma iniciativa organizada pela empresa LIFE Training, especialista em formação comportamental. Em edições anteriores, participaram como palestrantes empresários, empreendedores, desportistas, coachs, jornalistas – Mário Augusto e Fernanda Freitas, por exemplo − cujos pensamentos e partilhas constituem uma mais-valia para quem os ouve.
Beatriz Costa, Inspirational Communication Manager @LIFE Training
Já conhece os Grupos LT? Venha fazer parte!
Várias experiências foram feitas na área da influência comportamental e estudos comprovam que as pessoas à nossa volta tendem a influenciar os nossos comportamentos.
Quando rodeados de pessoas focadas numa energia possibilitadora, torna-se mais fácil manter acções e resultados e acima de tudo continuar a progredir. Foi para o(a) ajudar a manter-se nesta energia que criamos os grupos LIFE Training: Clube LIFE e +Mulher!

Este grupo está focado:
-na partilha de soluções
-no pensamento positivo
-na influência e busca da excelência
-no desenvolvimento de competências práticas pela utilização de ferramentas que alavanquem os seus resultados Físicos, Emocionais, Mentais, Financeiros e Espirituais.
Acreditamos que o desenvolvimento pessoal é um processo e que só com prática consistente e partilha dos desafios podemos ultrapassá-los com sucesso.
Criamos assim um grupo de influência onde os participantes podem treinar, adquirir novos recursos, partilhar desafios, alavancar emoções e estabelecer relacionamentos saudáveis. Tudo rumo a uma vida com maior satisfação!
Aproveite o desconto para inscrições em duplas até ao final de Março!
+ Mulher é o primeiro Clube de desenvolvimento pessoal para mulheres da Life Training!
Ser +Mulher é ter mais força, mais vontade de viver, mais vontade de conseguir. Conseguir sentir equilíbrio emocional, paixão pela vida, viver em harmonia a sua feminilidade, valorizar-se, gostar de si. Ser +Mulher... é só para quem se compromete a apostar em si mesma, no seu desenvolvimento.
Está preparada para descobrir o que é "+" em ser Mulher?
O grupo do Porto inicia já em Abril. Aproveite para saber as condições especiais até 23 de Março!
Novos grupos a iniciar... Solicite mais informações através do email beatriz.costa@lifetraining.com.pt!
Energia solidária e motivação para os portugueses
Na passada Sexta-feira aconteceu o LIFE Energy no auditório do ISCTE! Nesta edição, os oradores foram Ricardo Peixe, Manuel Forjaz, Mário Caetano, José Almeida e Pedro Vieira. Através do tributo dos participantes, atingiu-se o valor equivalente a 1200 lanches para apoio a famílias carenciadas, num dos programas da AMI em Portugal - Assistência médica internacional.Para nos mostrar o conceito de felicidade, Ricardo Peixe contou como D. Eládio, um príncipe que buscava a fórmula de felicidade…. e “encontrou”. Numa história onde estiveram presentes arqueiros, magos, reis, anéis mágicos, truques de magia com fogo…
Já Manuel Forjaz, no seu discurso sempre provocador, exalta para a necessidade de nos desligarmos da “síndrome do Calimero” e acordar o nosso poder pessoal. “Nós somos o que fazemos”, vaticina. Falou da sua experiência e do seu conhecimento da “natureza humana”. Provoca para a acção e para o pensamento diferente, baseado na descoberta do que cada um tem de único, ao invés da contínua e malfadada crítica a elementos externos, com auto indulgência.
Mário Caetano pronunciou-se acerca da temática da Autoconfiança. “Esta aprende-se ou cria-se?” Mostrou a sua estratégia, de nome DARR para aumentar os níveis de confiança e acção. Denotou o extraordinário poder da ressignificação dos acontecimentos, de como é essencial definir o que se quer, analisando os resultados e acima de tudo, agir. Inspira à acção que mesmo se não totalmente pensada mas sentida emocionalmente, deverá ser mantida.
José de Almeida começa em grande, elevando o estado da plateia à super diversão de forma simples. José falou-nos do ponto de viragem que se deu na sua vida, que motivou a constituição de um projecto inspirador de formação para desempregados completamente gratuito.
Pedro Vieira partilhou uma estratégia simples para a utilização eficiente da energia pessoal. Explicou os 4 quadrantes relativos ao índice de foco dedicado às situações e ao controlo possível que cada uma pode ser alvo, e as implicações de cada quadrante na busca de resolução de problemas.
A maior parte dos participantes saiu do evento com um sorriso nos lábios. Entre diversos testemunhos, foram realçadas “novas visões, excelentes ideias e partilhas dos oradores”. “Cada um dos oradores passou a mensagem inspiradora pretendida. Recomenda-se!”
De seguida, com a vossa ajuda, vamos juntar 3000 pessoas no Coliseu do Porto, uma contribuição que se vai revelar excepcional para a AMI. A vice presidente da AMI, Leonor Nobre, esteve presente no ISCTE e mostrou-se expectante e entusiasmada quanto à iniciativa no Coliseu.
Realçou a energia positiva transmitida pelos palestrantes. Reteve, entre outras, a mensagem de confiança, denotando a necessidade de a difundir pelos portugueses neste momento. “Estes eventos transmitem grande vontade de acção aos participantes. Obrigada em nome dos desfavorecidos, pois vocês fazem toda a diferença.”
Contamos convosco no Coliseu do Porto dia 16 de Abril... por uma melhor energia em Portugal ...repleta de solidariedade! :)
Beatriz Costa, Inspirational Communication Manager @LIFE Training
Líderes eficazes: Modelo de Liderança Situacional de Blanchard
Nas últimas décadas vários autores têm pesquisado qual o melhor estilo de liderança assim como qual o perfil ideal de um líder.Quais serão as características de um líder de sucesso? Que perfil deve ter um líder por excelência?
Chegou-se à conclusão que é necessário ter uma estratégia para passar da ênfase do líder enquanto chefe e avaliador para o líder enquanto parceiro e incentivador. Mas qual é a estratégia certa e o estilo de líder certo?
Para este autor, existem 4 níveis básicos de liderança correspondentes aos 4 níveis básicos de desenvolvimento dos elementos que compõe as equipas:
D2 – O aprendiz desiludido: elemento com alguma competência mas com baixo nível de compromisso
D3 – O executante capaz e cauteloso: competência moderada e compromisso variável
D4 – Realizador autónomo: competência e compromisso elevados
A grande conclusão deste estilo recente de liderança é que um líder não deve tratar todos os elementos da equipa da mesma forma mas sim usar o mesmo estilo de liderança em situações semelhantes. Nesse sentido, existem 3 passos que são fundamentais para que a implementação da Liderança Situacional seja um sucesso:
Conclusão, na perspectiva de Blachard um líder eficiente adapta o seu comportamento de liderança ao subordinado e à situação, devendo para tal desenvolver a sua acuidade sensorial e a sua flexibilidade comportamental no relacionamento interpessoal.
Núria Mendoza, Formadora & Coach LIFE Training
Para mais informação sobre o tema consulte este pdf.
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