O talento que "eu" Sou

O meu percurso é igual ao de muitos de vós, estudei, estagiei, trabalhei para outros durante alguns anos, sou mãe, sou mulher.
Durante este meu percurso, muitas foram as vezes em que olhei para mim e via o mesmo de sempre. Algumas vezes aprendia coisas novas e, mesmo assim, a minha forma de agir era muito, mesmo muito similar. Parecia que fazia o mesmo apenas com um novo embrulho. Já tiveram esta sensação?


Aconteceu, agora reconheço, um momento em que deixei para trás “pré-conceitos”, “pré-ocupações”, ideia limitadoras e decidi fazer coisas diferentes, coisas a que chamei na altura de “A Busca pela minha arte”. Assim, a premissa era fazer coisas que me divertissem e ainda aprendesse com elas… Descobri rapidamente que aprendi e aprendo com todas as experiências que tenho.

Algumas das coisas que fiz e faço? Sim… fiz e ainda faço muitas! Experimentei e ainda amo o Surf, Aulas de canto, Costurar, Ballet, Parapente, Locução em Rádio, Teatro, Pintar, Restauro, Correr, Patins em linha… e tenho a certeza que ainda vou experimentar mais.

Talvez agora estivesse com saber suficiente para construir programa de gestão de talentos de forma diferente (eu sei que sim, seriam mesmo muito diferentes), pois agora sei que este encontro com o talento é pessoal, é intencional e tem que ser uma decisão de querer ver o mundo de um ângulo diferente. Muitas vezes está longe do que fazemos no nosso dia-a-dia, das tarefas que eu tenho como profissão e também reconheço que terá que existir treino, muito treino. Às vezes fazendo, experimentando coisas novas vamos aprender e reter novas formas de comportamento que sim, vai ser aplicado ao mundo de sempre. Quase como se o cérebro reconhecesse mais caminhos possíveis (sim é isso, reconheço mais possibilidades).

Partilho, rapidamente, algumas dessas aprendizagens. Com o Ballet aprendi a respeitar a liderança de quem sabe mais e faz melhor que eu, aprendi a ser ainda mais humilde (as minhas colegas têm todas menos 20 anos que eu e são muito melhores que eu!); No grupo de canto aprendi que não é interessante ouvir-se uma voz e sim a voz de todos em uníssono; Na Rádio reconheço as minhas muletas de linguagem e agradeço o ter que preparar textos; No Surf aprendi o equilíbrio o sentir o momento certo, a esperar. A minha lista poderia continuar e continuar e ainda continuar. Pois eu aprendi mais em 2 anos do que em 15 anos de vida.

Qual é a minha arte, ainda não sei… Sei é que eu sou mais, melhor e tenho em mim um mapa, um caminho que ainda posso fazer, ainda posso experimentar.
E o seu? Arrisco a dizer que está ainda muito por trilhar. Faça, Arrisque; Experimente e talvez sinta em algum momento o que eu sinto agora ao escrever este texto… EU SOU POSSIBILIDADE!

Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH

Novos hábitos, melhores resultados

O presente é o único momento em que se podem alterar os resultados do futuro. Se quer maximizar os seus resultados na carreira, nas interacções com colegas ou na vida em geral, o primeiro passo é fazer diferente, e para fazer diferente é necessário alterar hábitos que já não nos servem.

Uma forma de, no agora, começar a progredir na sua empresa e na vida é:

1. Analisando o conjunto de hábitos que tem actualmente (o que faz de forma rotineira, no seu dia a dia e de forma padronizada, quase sem pensar; aqueles comportamentos que fazem parte da sua zona de conforto)

2. Pensando que resultados está a obter com esses hábitos (fazer um saldo da situação e perceber se os resultados obtidos são satisfatórios)

3. Questionando-se acerca dos resultados que gostaria de estar a obter ao invés disso (definir metas e objetivos para o seu futuro)

4. Reflectindo sobre que novos hábitos de apoio que deve começar agora a desenvolver para garantir esta mudança, e que sejam orientados no sentido do reforço do resultado desejado.

Somos animais de hábitos e rotinas, e isso é ótimo, pois a ausência de pensamento consciente em relação a alguns procedimentos regulares permite economia mental para o que realmente é importante. A maior parte dos nossos mecanismos diários resulta da interiorização de um conjunto de actos sincronizados e repetidos, a maior parte das vezes totalmente inconscientes. Quem ainda pensa nos passinhos que compõe o acto de conduzir? Este processo é praticamente auto sustentado sem participação activa do consciente. Quais serão as nossas rotinas do dia a dia laboral?
Quando reflectimos sobre isto, podemos concluir que alguns destes mecanismos regulares podem estar a ser impeditivos do progresso. Tomar consciência do que nos está a impedir de conquistar os nossos objectivos é um primeiro grande passo.

Imagine alguém que quer ser melhor líder e que para que isso aconteça tem que aumentar a sua assertividade com a equipa. Por hábito tende a ser demasiado benevolente nas suas interacções. Sabendo que tem que alterar esse hábito para poder produzir o novo resultado que passos poderia dar de novo nesse sentido? O que podia começar a fazer diferente agora que lhe garantisse melhores interacções e uma mais-valia nos seus resultados?

Vamos passar a título de exemplo pelo processo de mudança de hábitos em 6 passos:

1. Identificar a situação limitadora: costumava ser benevolente com a minha equipa (pressuposto de que já não o sou)

2. Que novo hábito quero adquirir: ser mais assertivo na comunicação com equipa (foco naquilo que deseja ao invés do velho hábito)

3. Reflectir sobre a intenção positiva do velho hábito de forma a transpô-la para o novo hábito: ambos os comportamentos visavam, ser aceite pelas pessoas e ser valorizado.

4. Qual o novo hábito e comportamento a adoptar: treinar linguagem assertiva e implementá-la com pares de forma a ser sincero e bem aceite pelos outros.

5. Treinar e repetir com consistência o novo comportamento: as nossas aprendizagens e novos hábitos resultam de novas experiências, quer por repetição quer por associação de intenções emocionalmente positivas. Numa fase inicial pode visualizar contextos e os novos comportamentos apenas a um nível teórico e à medida que se for sentindo mais confiante implementá-los.

6. Medir os seus resultados e progressos, quer por auto análise, quer pelos feedbacks dos pares. Fique alerta e aceite o novo resultado como um indicador de análise e redefinição dos próximos passos a dar.

Quando está perante resultados que quer melhorar, alterar hábitos é diferenciador. Que hábito vai começar a redefinir agora para maximizar os seus resultados? Bom trabalho!

Núria Mendoza, Formadora & Coach LIFE Training

Qual é a sua desculpa para não viver a 100%?

Estamos quase no início de um ano novo e como é habitual, este vem cheio de “resoluções”, decisões e objectivos, e as esperanças tendem simbolicamente a renovar-se.

Neste primeiro post do ano, desafiamo-lo/a a escolher uma palavra chave/verbo para o seu ano. Uma palavra que servirá de farol, o ano todo!
Pode ser “Criar”, “Fazer”, “Atingir”, “Ser”.... Qual é
a sua palavra?
Uma vez que há várias desculpas (mais ou menos padrão) para se ir desligando da sua escolha, bem como dos objectivos que define nesta altura, listamos as ditas “desculpas”, bem como dicas para… as aniquilar.

Escolha a sua, aponte e BanG! :D

Desculpa #1: Não sei como fazer
Atitude: Vou criar coragem
Se decidiu fazer alguma coisa nova, coloque a sua energia nisso mesmo.

Experienciar algo diferente, sair da zona de conforto vai ajudá-lo de diversas formas, primeiro a nível neuronal, consequentemente emocional e físico. Muito provavelmente dará um impulso aos seus resultados!
Para começar a fazer, procure outras pessoas que o podem informar/ajudar no seu empreendimento. Partilhe com os seus amigos esse seu objectivo (muitas vezes numa conversa informal, acabam por se criar sinergias inesperadas). Procure dados na internet, associações de pessoas que fazem o mesmo (incluindo e especialmente lá fora). Antes de tudo, pense que vai conseguir.... mesmo sem saber "como". :)

Desculpa #2: Não tenho tempo
Atitude: Eu tenho tempo para o que preciso
Pense em soluções à sua medida para “criar” tempo. Podem passar por acordar mais cedo, por planear melhor os seus ciclos de sono – em média, um ciclo de sono tem 90 minutos (1,5 horas), o que significa que muito provavelmente 6 horas de sono chegam perfeitamente para acordar bem.


Deite-se a pensar como o dia seguinte vai correr bem, uma vez que terá tempo para tudo. Comece também o dia por dizer a si próprio que vai ter tempo para o que precisa. Trata-se de uma ordem simples que dará ao seu sistema, e que… resulta. O seu sistema mais provavelmente vai preparar-se para que a sua própria “ordem” se cumpra. Experimente!
Lembre-se que o tempo é o seu recurso mais precioso. Faça uma lista com as actividades que considera realmente dispensáveis (por não lhe trazerem nada de útil ou nenhuma emoção que precise realmente), para as substituir por outras.

Inicie apenas actividades que queira mesmo fazer, e que se adequem às suas necessidades. Não porque “alguém quer que as faça”, ou porque “parece melhor”… mas nem lhe apetece especialmente. Procure motivações reais que sustentem os novos hábitos.

Desculpa #3: Não tenho dinheiro
Atitude: Vou criar mais dinheiro, a partir das minhas paixões, com criatividade

Faça uma análise das suas contas, e perceba onde pode e está disposto/a a poupar de facto. Esta análise pode passar por guardar todas as despesas diariamente durante um mês, e registar.

Depois, pare e pergunte a si próprio o que pode fazer para ganhar mais dinheiro. Faça uma lista de 10 formas diferentes para o conseguir. Lembre-se de coisas que gosta mesmo de fazer. Actividades que as outras pessoas lhe dizem “ter mesmo jeito”. A criatividade humana já fez provar que existem milhares de formas diferentes de ganhar dinheiro. Ponha a sua criatividade a trabalhar e aponte, agora, 10 formas de ganhar dinheiro que pode implementar já!

Desculpa #4: Nada nunca funciona comigo
Atitude: vou criar sensação de abundância instantaneamente
Comece por fazer um registo, diário ou semanal, de tudo aquilo que é grato.

Quando recordamos a beleza nas nossas vidas, a sorte que temos por ter uma casa onde dormir, o que comer, pessoas importantes para nós, as experiências que tivemos que enriqueceram a nossa existência, momentos em que as coisas "funcionaram"… tudo o resto torna-se mais ou menos secundário. O nosso estado anímico agradece (bem como as pessoas ao nosso redor). É fácil sentir-se bem, quando recorda a sorte que tem “porque…” E, sabe que mais? Quando o nosso estado se encontra neste ponto, cria-se uma vontade natural de fazer aquilo que seria necessário para obter mais sucesso. As coisas parecem correr melhor (e correm mesmo). Comece hoje este registo!

Desculpa #5: não me consigo focar
Atitude: Vou focar-me no que realmente quero.
Faça com que a palavra que escolheu como "guia" do ano o conduza. Depois, conduza-se a si próprio a partir do que o/a apaixona. O que gosta mais de fazer? De que forma pode associar isso ao seu trabalho, a alguma actividade na qual quer redobrar o seu foco?

O que é que precisa deixar para trás (hábitos, pensamentos impossibilitadores, a companhia de certas pessoas que não estão alinhadas consigo, etc), para que se possa focar no que interessa?
Pense em pessoas que o/a motivam, crie um peer group de pessoas que lhe dão força, e o poderão ajudar a chegar onde pretende. Tem alguma personalidade-modelo que o/a inspira? Então, quando confrontado com algum imprevisto, aconselhe-se mentalmente com essa pessoa. O que é que ele/a faria nessa situação? Lembre-se que a nossa criatividade é absolutamente ilimitada. ;)

Desculpa #6: Eu não me sinto merecedor(a)
Atitude: Eu tenho fé em mim e no meu percurso
Em diversas situações na nossa vida nós experimentamos sensação de sucesso, de persistência, de força inabalável de vontade. Se isso não tivesse acontecido, não estaria neste momento a ler este artigo, sequer. :)
Não teria aprendido a andar, não teria aprendido a lidar com computadores, etc.Lembre-se agora dos dois momentos em que foi mais feliz na sua vida. Podem ser momentos recheados de amor, de uma sensação de realização, satisfação pessoal/profissional. Você é a mesma pessoa, é capaz disso e muito mais.
Merece isso e muito mais. Só não tem este facto presente, por falta de treino mental. Faça agora uma lista desses momentos, só para recordar! ;)

Acima de tudo, lembre-se que o que diz a si próprio é o que passa cá para fora. Passa a ser a sua "realidade"... e, na maior parte das vezes, o que os outros vêem.
Lembre-se do seu poder.

Votos de um feliz ano novo, repleto de bons, excelentes pensamentos... escolhidos por SI, e alinhados com a sua palavra chave! :)


Beatriz Costa, Inspirational Communication Manager @LIFE Training e Practitioner em PNLArtigo criado a partir deste, e devidamente aumentado: http://theboldlife.com/2011/12/eliminate-excuses-fear-2012 :)

A Biologia da Crença

Quando, há alguns anos, Bruce Lipton escreveu "Biology of Belief" estava bem consciente do impacto que o seu livro teria sobre o grande público. Ao escrever sobre a forma como as nossas crenças afetam a nossa fisiologia, o autor/cientista estava plenamente preparado para lidar com a estupefacção de quem acredita que a nossa vida é governada pelos nossos genes.

Lipton fala da Epigenética sabendo que está simultaneamente a entediar muitos cientistas/biólogos de ponta (que lêem o seu livro e afirmam "já toda a gente sabe isto, Bruce") e a surpreender/chocar o grande público (que ainda está na fase de aprender a lidar com o determinismo genético que é regularmente vendido pelos media com notícias do género "gene responsável por X acaba de ser identificado").

Os nossos genes, explica Lipton, são como blueprints que podem ser lidos de muitas formas diferentes pelo nosso sistema. Da mesma forma que um mesmo livro pode ser lido de muitas formas diferentes, acrescento eu.

Claro que é interessante saber que palavras temos à nossa disposição num livro... Mais interessante ainda é perceber como as interpretamos!

Bruce Lipton fala-nos com paixão da Nova Ciência, que acredita que tudo é possível, desde que aprendamos a alterar as nossas crenças. Em lugar de sermos vitimas da nossa genética, somos criadores que utilizam a sua genética para gerar poderosas experiências humanas. Esta perspetiva é libertadora para uns, assustadora para outros... de acordo com as suas crenças! E tu, em que acreditas?

Uma coisa está clara para mim (é nisso que acredito temporariamente): a minha vida e a da minha família, apesar de podee ser afetada pelos nossos genes, não é certamente determinada por estes! Pois temos uma palavra a dizer através do exercício do nosso (aparente) livre arbítrio. Quando penso desta forma, fico entusiasmado e pronto a agir! E da ação saem novos paradigmas, novas crenças... expressas na nova forma como o meu sistema lê o material genético!

PS. Fico fascinado com frequência com a forma como os pioneiros da PNL, há 40 anos, conseguiram (através de simples observação de pessoas e seus comportamentos) intuir muito daquilo que a Biologia estuda em pleno século XXI.

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training


Artigo previamente publicado no blogue neuroestrategia.blogspot.com

3 Erros a evitarno próximo ano

O ano está prestes a terminar e estou certo que temos imensas aprendizagens a retirar dele.
Do meu trabalho com quase 15.000 pessoas ao longo ano, consegui reconhecer alguns dos erros mais comuns que custaram milhões a empresas e sucesso profissional e pessoal a milhares de pessoas.

Partilho-os para que todos possamos olhar e retirar as aprendizagens que queiramos, sendo certo que pelo menos ficamos com algumas dicas sobre o que pode funcionar.

Erro #1 – “Nada vai mudar”Albert Einstein disse um que “insanidade mental é fazer as mesmas coisas da mesma forma e achar que o resultado será diferente”. Sendo que neste momento da vida económica e política nacional e europeia, “achar que o resultado será igual, e continuara a fazer as mesmas coisas” é também insano.

O mundo está a modificar a passos largos, e é essencial que as empresas e colaboradores se mantenham ativos, atentos e ambiciosos na busca de novas e melhores soluções para que se manterem à frente do mercado. Estas são as melhores alturas para fazer um mix inteligente entre “best pratices” e inovação de fundo.
É sem duvida uma altura muito excitante, pois com o foco certo qualquer um pode chegar a um lugar cimeiro e tornar-se pioneiro num mercado, produto ou serviço.

Erro #2 – “Objetivos?”Não saber exatamente qual a meta é a melhor maneira de falhar! Com esta turbulência a acontecer quase numa base diária, é ainda mais importante sabermos exatamente o que queremos. Seja numa organização, seja no âmbito pessoal/profissional, conseguir definir com clareza o que queremos vai ajudar-nos a perceber qual o caminho para lá chegar e quais as implicações de o fazer.
As implicações ou o “preço a pagar”, é talvez um dos maiores impedimentos/motivadores à prossecução de um objectivo e ao conseguirmos fazê-lo com um sentimento de alegria, diversão e desafio enquanto o conseguimos.

Definir com precisão e ambição o que queremos, não é só um exercício mental poderoso, é algo que pode representar a diferença entre ter um 2012 fabuloso ou mais um ano a tentar sobreviver.

Erro #3 – “Eu é que sou importante”Se o foco da empresa ou o seu foco enquanto colaborador não é o de criar enorme valor com o seu produto, serviço, trabalho ou conhecimento, aconselho a fechar as portas já, antes que o “mercado” o faça.

Nos últimos 3 anos temos cada vez mais assistido a uma evolução nos consumidores, que modificaram os seus hábitos de consumo e estão neste momento mais informados, inteligentes, interessados e mais astutos na hora de aplicar o seu dinheiro. Desde um aumento da procura de informação online, ao fenómeno “word-of-mouth” catalisado pelas redes sociais, os nossos clientes valorizam cada vez mais o serviço, a entrega, a qualidade e a inovação...
A dura constatação é que nos tempos que correm não chega ser bom, é quase essencial ser excelente, ser um dos melhores... Estas são as boas notícias para quem está verdadeiramente focado em criar valor no mercado, pois esses receberão muito maiores recompensas do que antes.

Se é colaborador de uma empresa, esta mesma premissa se aplica ao seu trabalho... não há falta de empregos para os que são top na sua função... e neste momento já não chega “cumprir o objetivo e fazer o que pedem”. Se quer mesmo crescer profissionalmente, pergunte constantemente a si próprio “o que posso fazer hoje que ainda não fiz e me vai ajudar a superar o resultado e marcar a organização?”. Acredito que quanto mais respostas conseguir encontrar, maior será o seu sucesso.

Quando daqui a 20 anos, alguém lhe perguntar o que fez num dos anos mais desafiantes que Portugal, a Europa e o Mundo já enfrentaram, o que quer responder?

Ricardo Peixe, Trainer Life Training e Coach

O Paradoxo de Stockdale e Liderança

Sabe o que é o Paradoxo de Stockdale?
Ao reler um excelente livro de gestão, “Good to Great”, de Jim Collins, recordei este conceito. O paradoxo de Stockdale pode transmitir uma mensagem inspiradora e motivacional, para quem se quer manter ligado à excelência. E pode ser relacionado com a actual situação empresarial em Portugal.

Este paradoxo, refere-se à história do almirante Jim Stockdale, militar americano, prisioneiro durante a guerra do Vietname. Sobreviveu ao seu encarceramento nas mais impensáveis condições durante 8 anos, tendo mais tarde partilhado as suas reflexões. Baseado na sua experiência, Jim desenvolveu a crença que o que distingue as pessoas bem sucedidas não é a presença ou a ausência de problemas, mas sim a forma como lidam com essa realidade.

O segredo está em manter a esperança no sucesso independentemente dos desafios e ao mesmo tempo, encarar os factos mais brutais da realidade, sejam eles quais forem.
As equipas de gestão têm se confrontado, por um lado com os desafiantes factos da realidade empresarial portuguesa actual; e por outro, com a necessidade de tomar medidas que as permitam manter-se num óptimo desempenho e garantir que se valorizam as suas potencialidades.

Os líderes focados na excelência consideram esta regra psicológica, de esperança no sucesso versus análise dos factos brutais da realidade, na vida da organização. Por isso estão focados em:

• Desenvolver uma atitude de confiança para com os colaboradores
• Desenvolver a capacidade de encarar os factos e lidar com eles sem otimismo
• Consciencializar que mais importante que motivar pessoas é não as desmotivar, e uma das principais formas de isso acontecer é ignorando a realidade.

Outra estratégia de sucesso usada por Jim Stockdale, foi a envolvência dos seus companheiros de cela, questionando-os e partilhando com eles ideias e sugestões. Transpondo para as nossas empresas, significaria investir numa cultura de envolvência e escuta activa dos colaboradores e na partilha dos reais indicadores da organização.

Para tal:
• A comunicação deve ser liderada por perguntas
• Haver total abertura para diálogo e debate de ideias e opiniões dos intervenientes

• Fazer diagnóstico da realidade sem censuras nem julgamentos
• Ter alertas para toda a informação que possa ser pertinente
Será o paradoxo de Stockdale uma boa abordagem? Como é que vai saber? ;)


Núria Mendoza, Formadora & Coach LIFE Training

Gerir melhor o Tempo

24 horas é o tempo definido para que a Terra rode em torno de um eixo imaginário, dando uma volta completa sobre si mesma nesse período.

Algumas pessoas parecem ter a crença que não dará para fazer mais com um tempo tão limitado de …tempo, e que se encontrassem o génio da lâmpada agora, pediriam mais umas horas para ser possível fazer mais.

A esses eu digo: Que desperdício de Desejo… pois com alguma rapidez iriam detetar que mais horas não significam, melhor utilização das mesmas.

Encontro mesmo algumas pessoas que quantas mais horas têm disponíveis para decidir o que fazer com elas, menos produtivas se tornam.
Desta forma, talvez seja mais útil que, em vez que querer controlar algo que não está na nossa zona de controlo (pois ainda não conheci alguém capaz de abrandar a rota da terra a esse ponto!), encontrar a forma de melhorar a nossa relação com o tempo. Tudo volta aos relacionamentos :).
Aqui estão algumas dicas para quem quer começar 2012 a tornar o tempo num seu aliado:

Dica 1) O seu calendário, tem tantas marcações sobrepostas que provavelmente não vai cumprir?
Decida hoje alterar o seu calendário para intervalos de 10m em vez dos habituais 30m. E marque reuniões ou tarefas com o tempo real que necessita!

Dica 2) Acontece muitas vezes marcar coisas e depois não comparecer ou desmarcar?
Mantenha o seu calendário (agenda) actualizada, para que marque coisas em momentos em que tem real disponibilidade. Encontre a melhor forma para a sua agenda, para uns será o telemóvel, para outros o papel, para outros ou ainda um bloco…encontre a sua forma ideal!

Dica 3) Algumas vezes dá por si a não cumprir nenhum dos seus objetivos para o dia, pois teve de socorrer algum imprevisto?
Guarde pelo menos 20m diários sem compromissos no seu calendário para que caso tenha algum imprevisto os seus objetivos possam ser igualmente cumpridos no dia ou nos dias seguintes. Pois de outra forma cria o efeito bola de neve!

Dica 4) A pilha de papéis na sua secretária está sempre a crescer?
Conceda a si próprio o direito de gerir. Marque dias específicos para tratar de x assunto. E decida em que dia faz mais sentido fazer x tarefa, seja dono do seu trabalho!

Dica 5) Tem algumas vezes a sensação que não tem tempo para si?
O seu dia começa quando você decidir, escolha a sua hora de acordar e deitar (lembre-se que os ciclos de sono quando respeitados atribuem mais sensação de descanso (90m cada/média) e aproveite todos os momentos para estar consigo próprio, paragem nas filas de transito, a cabeleireira, a espera à porta da escola das crianças. Desligue o computador a TV e escolha ficar alguns momentos consigo próprio/a!

Após ter trabalhado mais de 9 anos a viajar sistematicamente, coordenando este facto com o cumprimento de prazos que dependiam de terceiros e ainda a minha vida familiar, aprendi que o tempo é o que eu faço dele! E mais importante: se eu tenho muito ou pouco é indiferente. O que interessa é o que eu faço com ele!

Aproveite este fecho de ano para pensar como se têm relacionado com o seu tempo e se algum resultado não corresponder, parece-me uma boa altura para mudar! E a si?

Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH

Uma nova proposta: treino dos sentidos

No meu ultimo artigo falei dos pormenores e detalhes. E se não leste, pergunto outra vez: o que descobriste de novo na tua Vida? Que pormenor ou detalhe foi motivo de inspiração e/ou acção para ti?

Hoje, mais uma vez, escrevo ...sobre a temática"corpo/mente"!
Achas que a actividade física pode melhorar o teu estado anímico actualmente? Ou que o altera para um estado com mais recursos?

Cada vez estou mais convencido, por minha própria experiência, que o estado em que me encontro gera comportamentos que levam a determinados resultados. Mas o que está por trás do estado? O que pode gerar esse estado?

A maneira como percepciono o que me rodeia, através dos meus sentidos e a minha fisiologia são os responsáveis pelo meu estado. A actividade física que recomendo para Novembro é treino afincado dos sentidos.

Como tens treinado a tua acuidade sensorial? A visão, audição, tacto, paladar? E mesmo o teu "6º sentido"?

Proponho-te então que dediques cada dia da semana para treinar um dos sentidos. Por exemplo: a Segunda "visionária", a Terça "auditiva", a Quarta "sentida", a Quinta "saborosa", a Sexta "cheirosa", o Sábado "alucinante". No Domingo, dedica-te a dar a ti própri@ "feedback" construtivo, avaliativo, onde melhoraste e apurar cada um dos sentidos... E no processo, diverte-te!

Investe em ti e num treino "sensorial" e estou certo que criarás diversos estados de recursos, com estes fantásticos comportamentos aparecerão e logo óptimos resultados!


Alexandre Caramez, Maratonista e Practitioner Programação Neurolinguística LT/ITA

Qual o momento "certo"?

Esta semana ao comentar um post amigo fiquei a pensar…

Falava-se do “tempo certo” para ir por um caminho ou por outro, para tomar esta ou aquela decisão.

Hoje estou convencido que o “tempo certo” só é certo no momento da tomada de decisão. Só o passar do tempo nos poderá dizer se o tempo era de facto certo ou se era certo apenas naquele momento específico.

Pensemos na quantidade de coisas que fizemos a pensar que foram feitas no “tempo certo” e mais tarde as consequências dessas mesmas decisões (tomadas num tempo avaliado como certo) se revelaram grandes decepções (o contrário também é válido) quando avaliadas noutro tempo mais tardio.

Este tipo de avaliação, de “tempo certo”, só pode ser feita olhando para o que foi e não para o que poderá vir a ser. De facto, não é possível alterar o tempo passado mas pode-se ainda condicionar o tempo futuro, aí, podemos tomar novas decisões. Penso ser um risco avaliar o acto/momento de decidir baseando-o apenas no conceito de “tempo certo”.

Gibran escreveu que “a consciência de uma planta no meio do inverno não está voltada para trás, para o verão que passou mas para a primavera que irá chegar. As plantas não pensam nos dias que já foram mas nos que virão… “

Digo eu, se as plantas estão certas que a primavera virá porque é que muitos humanos não são capazes de acreditar que vão atingir todos os seus objectivos sem estarem apenas condicionados pelo “tempo presente”?

Paulo Espírito Santo, Coach e formador LIFE Training

Seja um colaborador BMW


Sabia que em 2011 a CISCO foi considerada a melhor empresa para trabalhar em Portugal pelo Great Place to Work Institute? Gostava de ser solicitado pelas melhores empresas Portuguesas? Então transforme-se num BMW: Best Master Worker!

Numa época em que se fala de desafios a nível laboral, de redução de oportunidades, de aumento da exigência, nada melhor que fazer um auto avaliação às suas potencialidades e escolher transformar-se num dos melhores colaboradores para trabalhar na sua empresa. Quais serão as principias qualidades de um colaborador BMW? Se fosse dono de uma empresa onde fazia as suas apostas? Que traços de carácter considera diferenciadores? Algumas pesquisas indicam que as podemos agrupar em 5 características genéricas:

1.Substitui a visão de túnel pela visão da rede
Um colaborador BMW têm excelentes relacionamentos. Sabe que trabalha em rede e sente-se responsável pelos seus comportamentos e estados, estando conscientes do impacto que tem nos outros. Não trabalha apenas para sobreviver nem receber um salário pelas suas tarefas, trabalha pois faz parte de um sistema, composto por pessoas e está focado em marcar pela diferença no todo, afetando! Está motivado para explorar novos caminhos e é excelente a comunicar as suas escolhas!

2.Diverte-se a ver para além do retrovisor
Um colaborador BMW é pró-ativo, antecipa situações. É a diferença entre aqueles que esperam instruções e os que surpreendem por antecipação. Mostra iniciativa na procura de soluções para os desafios, mesmo que ninguém lhes peça, e é excelente a superar expectativas, suas e dos outros. No fundo é criativo e focado nas soluções e diverte-se imenso a ultrapassar desafios e obstáculos com sucesso.

3.É uma caixinha de surpresas quando abre o capô
Um colaborador BMW é um investidor no seu crescimento pessoal. Tem sempre as melhores “peças” para oferecer e além disso ainda é positivo e otimista, pois está sempre focado em produzir melhores resultados aumentando o seu potencial e os seus recursos. Contagia com a sua imagem e a sua atitude, fazendo-se desejar.

4.Tem várias qualidades diferenciadoras no manual de instruçõesUm colaborador BMW mantém a sua performance com igual qualidade e segurança, nas curvas difíceis e no mau tempo. É seguro, consistente e congruente. É de confiança. Rapidamente consegue evocar 10 qualidades e extras diferenciadores. Quando lhe solicitam algo que não tem disponível e lhe parece mais valia, normalmente pergunta: onde posso arranjar isso?

5.Tem um excelente anúncio promocional
Um colaborador BMW consegue apresentar-se de forma diferenciadora em apenas 3 minutos e despertar a curiosidade no interlocutor. Sabe quanto vale o seu trabalho e sabe muito bem também quanto ganha a empresa que o “comprar” e comunica isso com convicção e congruência. Tem imensa flexibilidade e capacidade de se adaptar com sucesso às diferentes situações.

Estas são algumas das características dos colaboradores mais valiosos no mercado. Pratique-as, faça-as parte da sua performance e aumente o seu valor aos olhos das melhores empresas do mercado!

Núria Mendoza, Formadora & Coach LIFE Training

Terapia com resultados comprovados …Grátis!


Sabia que sorrir é um verbo conjugável? Eu sorrio, tu sorris, ele sorri, nós sorrimos, vós sorrides, eles sorriem! Sim, é verdade que este é um verbo aplicável a todas as pessoas. Então porque só algumas o praticam no seu dia-a-dia?

Durante o meu percurso de trabalho com algumas centenas de pessoas, fui ficando cada vez mais atenta ao que acontecia quando num grupo, ou numa reunião tínhamos mais pessoas sorridentes ou por um outro lado mais pessoas sisudas na sala. O fato é que parecia que as reuniões chegavam a ter resultados bem diferentes!

Afinal o que acontece quando rimos ou sorrimos?
O processo de sorrir deixou há muito de ser visto como um processo meramente social e passou a ser visto como um processo terapêutico. Pois está cada vez mais claro, através dos vários estudos realizados, que por exemplo: quando o ar é expelido em grande velocidade dos pulmões aquando de uma boa gargalhada, o corpo todo é oxigenado – inclusive o cérebro; Há uma redução da tensão muscular depois do riso, sendo que esta tensão é um dos principais fatores que contribui para as doenças ocupacionais, como a Dort (distúrbio osteomuscular) relacionado ao trabalho.

Fica desta forma, mais evidente o que poderá estar a acontecer. Parece que as pessoas que sorriem mais, fazem processos físicos e psíquicos diferentes daquelas que não sorriem. Logo, é mesmo muito provável que os resultados também sejam diferentes e em alguns casos, arrisco, mesmo muito diferentes.
Muitas vezes a questão está em encontrar motivos para sorrir!

Talvez possa ser interessante pensar no que normalmente o faz rir…Sim, esse mesmo, excelente! Agora veja o que acontece. Sorriu! Isso mesmo, a maior partes das vezes não é mesmo necessário ter um motivo. Só precisa ter a vontade de querer sorrir e vai encontrar na sua memória, na sua vida, dois momentos (pelo menos) em que riu muito e esses bastam para que agora faça o mesmo sorriso.

Sim, é talvez agora mais simples e fácil entender que quem escolhe rir e sorrir mais desenvolve um contexto grupal mais favorável à exposição de ideias, ao desenvolvimento de novas formas de fazer e mesmo para o tratamento de questões centrais nas organizações.
Este é o momento em que vai reconhecer, o que se vem tornando mais claro para mim. Ser feliz é uma escolha e não um estado emocional e sorrir um caminho mais para aumentar essa escolha individual.

Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH

Felicidade na empresa: o contributo da Psicologia Positiva


"O que faz a vida que merece ser vivida?"
Tem uma resposta para a pergunta acima? Tem que ver com o seu trabalho? Com um hobby? Com a família?
Imagine como seria a motivação no seu local de trabalho quando as pessoas ligassem claramente o seu propósito àquilo que fazem diariamente.

A pergunta inicial foi colocada a um largo número de pessoas num estudo de Psicologia Positiva. As respostas remeteram para situações sobre experiências subjectivas valorizadas. Quer recordando situações positivas no passado; quer focando nas coisas que fazem no presente que as deixam felizes;quer perspectivando o futuro de forma optimista, com esperança, acreditando que o plano vai resultar, ligando-se ao propósito que escolhem seguir.
Tem ideia de como fazer isso na sua organização?

Recordo ter ouvido uma vez como a Toyota encontrou forma de ligar qualquer tarefa com a sua visão. Ao aplicara qualquer acçãoa mesma pergunta cinco vezes seguidas,chegava à resposta do propósito organizacional.
Primeiro perguntaram “Porquê?” sobre cada actividade que faziam. Depois, a essa resposta, e às seguintes, continuavam a perguntar “Porquê?”. Até à quinta resposta,tinham aque estavarelacionada com a visão.


Experimente seguir a linha que aqui propomos e responda às questões: Eu quero fazer isto para quê, o que é que isto me traz? E para que é que eu quero isso? E quero isso para quê? E quero isso para quê? E quero isso para quê?
Ligue o seu propósito àquilo que faz. Ganhará seguramente maior motivação diária.


João Ricardo Pombeiro, coach, formador da LIFE Training na área comportamental

Football by Carlos Queiróz e LIFE Training


Consistência para alta performance é o mote desta nova parceria.
A LIFE Training e a Football By Carlos Queiroz vão orientá-lo no sentido dos seus resultados. Esta é a hora de se focar no seu potencial, no que é necessário para atingir as suas metas.

Juntos, fortalecemos a sua competência de liderança, a capacidade de trabalhar em equipa, a apetência para comunicar, influenciar e motivar outras pessoas.
Dia 21 de Novembro, no Parque desportivo Carlos Queiróz, em Oeiras vai poder ver de perto o que queremos transmitir!


Saiba mais sobre o que esta parceria de excelência pode fazer por si e pela sua equipa. Marque já a sua presença através do email tania.nobre@footballby.net ou dos telefones 214 161 720 / 932 932 060.

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