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3 Erros a evitarno próximo ano

O ano está prestes a terminar e estou certo que temos imensas aprendizagens a retirar dele.
Do meu trabalho com quase 15.000 pessoas ao longo ano, consegui reconhecer alguns dos erros mais comuns que custaram milhões a empresas e sucesso profissional e pessoal a milhares de pessoas.

Partilho-os para que todos possamos olhar e retirar as aprendizagens que queiramos, sendo certo que pelo menos ficamos com algumas dicas sobre o que pode funcionar.

Erro #1 – “Nada vai mudar”Albert Einstein disse um que “insanidade mental é fazer as mesmas coisas da mesma forma e achar que o resultado será diferente”. Sendo que neste momento da vida económica e política nacional e europeia, “achar que o resultado será igual, e continuara a fazer as mesmas coisas” é também insano.

O mundo está a modificar a passos largos, e é essencial que as empresas e colaboradores se mantenham ativos, atentos e ambiciosos na busca de novas e melhores soluções para que se manterem à frente do mercado. Estas são as melhores alturas para fazer um mix inteligente entre “best pratices” e inovação de fundo.
É sem duvida uma altura muito excitante, pois com o foco certo qualquer um pode chegar a um lugar cimeiro e tornar-se pioneiro num mercado, produto ou serviço.

Erro #2 – “Objetivos?”Não saber exatamente qual a meta é a melhor maneira de falhar! Com esta turbulência a acontecer quase numa base diária, é ainda mais importante sabermos exatamente o que queremos. Seja numa organização, seja no âmbito pessoal/profissional, conseguir definir com clareza o que queremos vai ajudar-nos a perceber qual o caminho para lá chegar e quais as implicações de o fazer.
As implicações ou o “preço a pagar”, é talvez um dos maiores impedimentos/motivadores à prossecução de um objectivo e ao conseguirmos fazê-lo com um sentimento de alegria, diversão e desafio enquanto o conseguimos.

Definir com precisão e ambição o que queremos, não é só um exercício mental poderoso, é algo que pode representar a diferença entre ter um 2012 fabuloso ou mais um ano a tentar sobreviver.

Erro #3 – “Eu é que sou importante”Se o foco da empresa ou o seu foco enquanto colaborador não é o de criar enorme valor com o seu produto, serviço, trabalho ou conhecimento, aconselho a fechar as portas já, antes que o “mercado” o faça.

Nos últimos 3 anos temos cada vez mais assistido a uma evolução nos consumidores, que modificaram os seus hábitos de consumo e estão neste momento mais informados, inteligentes, interessados e mais astutos na hora de aplicar o seu dinheiro. Desde um aumento da procura de informação online, ao fenómeno “word-of-mouth” catalisado pelas redes sociais, os nossos clientes valorizam cada vez mais o serviço, a entrega, a qualidade e a inovação...
A dura constatação é que nos tempos que correm não chega ser bom, é quase essencial ser excelente, ser um dos melhores... Estas são as boas notícias para quem está verdadeiramente focado em criar valor no mercado, pois esses receberão muito maiores recompensas do que antes.

Se é colaborador de uma empresa, esta mesma premissa se aplica ao seu trabalho... não há falta de empregos para os que são top na sua função... e neste momento já não chega “cumprir o objetivo e fazer o que pedem”. Se quer mesmo crescer profissionalmente, pergunte constantemente a si próprio “o que posso fazer hoje que ainda não fiz e me vai ajudar a superar o resultado e marcar a organização?”. Acredito que quanto mais respostas conseguir encontrar, maior será o seu sucesso.

Quando daqui a 20 anos, alguém lhe perguntar o que fez num dos anos mais desafiantes que Portugal, a Europa e o Mundo já enfrentaram, o que quer responder?

Ricardo Peixe, Trainer Life Training e Coach

O que funciona, nas empresas?


Muitas das empresas portuguesas e no mundo, estão neste momento a olhar para os seus scorecards e a definir estratégias para o último trimestre de 2011. Projectos e acções que se querem assertivas, pois a margem para erro pode não existir. Uma decisão que se revele pouco eficaz poderá colocar em causa todo um ano de trabalho e sabemos que podemos colocar em causa, também, os anos vindouros.

Assim, em reuniões e nos corredores de cada uma destas organizações as perguntas pairam: O que podemos fazer? O que funcionará? O que fará com que alcancemos os resultados propostos para o ano?
Parto da noção que a força e pertinência das perguntas é mais eficaz que de facto as respostas encontradas. Desta forma podemos promover perguntas melhores ...ou piores nas organizações.
Existe sempre a possibilidade de responsabilizar a conjuntura, a concorrência, os clientes, etc., e todas estas circunstâncias têm a probabilidade de lá estar até ao final do ano. Logo, fazer isto, colocar-se ao que chamamos em efeito não altera nada à nossa volta. Colocar-nos em causa é a melhor opção, e será por exemplo fazer melhores perguntas, tal como esta: "O que é que nós fizemos?"

A noção que cada organização é responsável pelos seus resultados, é uma noção que por vezes magoa e também é aquela que cria mais diferenciação e valor acrescentado à organização.
"O que fizemos para ter este resultado agora?"

Através desta pergunta poderá encontrar as mais variadas respostas. A menos interessante será "Tudo!". Com um pequeno trabalho de benchmarking, tenho a certeza que descobrirá outras empresas e organizações, a fazerem coisas que a sua empresa não pensou, não fez. Sim, pode ter sido uma opção e se continuar a procurar, poderá encontrar uma que seria mesmo ideal ter aplicado na sua! O facto de não o ter feito significa que o seu resultado é o fracasso? Não, se escolher fazer melhor agora.

O pressuposto exaltado pela programação neurolinguística ”Não existe fracasso, apenas feedback“ desenvolve a noção de desenvolvimento, de melhoria. Só será feedback se a informação do passado lhe servir para melhorar o seu futuro, caso contrário será sim uma falha no percurso.

Tem quase três meses para possibilitar à sua empresa obter os objectivos definidos. Assim, aproveite para desenvolver ou recuperar esta noção de melhoria, de feedback. Pergunte-se o que fez e o que não resultou como esperava e liste o que não esteve lá: o resultado final; falhas técnicas; recursos humanos; logística, etc. Nessa lista, provavelmente, está o que terá que acrescentar ou garantir que acontece nos projectos futuros para que cada mais os seus resultados estejam presentes e de forma recorrente.
Entregue à sua empresa a oportunidade de aprender e melhorar. Pratique o feedback!

Lígia Ramos, empreendedora, criativa, formadora da LIFE Training e especialista em GRH

Sou Empreendedor?

Aproxima-se a 13ª Feira do Empreendedor do Porto. E pareceu-nos um bom motivo para dissertar sobre o que significa ser "empreendedor"!

Procurámos uma definição e encontramos algumas...

Empreendedor é o termo utilizado para qualificar principalmente aquele indivíduo que detém uma forma especial de se comportar, inovadora e positiva. Que provavelmente se dedica às actividades de uma organização, administração e execução visando principalmente a gestão de riquezas, na transformação de conhecimentos e bens em novos produtos (mercadorias ou serviços).


Um empreendedor tem uma visão precisa do resultado que pretende. Sabe formular objectivos. É curioso, actualiza os seus conhecimentos e disponibiliza-os a outras pessoas. É proactivo na busca de soluções inovadoras e combina-as com o seu próprio conhecimento, gerando novos métodos. É, portanto, um profissional inovador.
O termo "empreendedor" é também utilizado para designar um eventual fundador de uma empresa ou entidade, aquele que construiu tudo a duras custas, criando o que ainda não existia.

Tendo em conta estas definições, vamos desafiá-lo a questionar-se: de que forma especial está disposto a facilitar, através dos seus inúmeros recursos, motivações inspiradoras, inovações "fora da caixa" às pessoas que com interage diariamente? E... antes de tudo, é empreendedor consigo mesmo?

Existem várias ferramentas que permitem melhorar os nossos sentidos, a maneira de vivenciar/experienciar o que se passa à nossa volta, de comunicar com sucesso com os outros! É possível realizar e atingir os objectivos pretendidos de uma forma rápida e saudável, chegar às pessoas que connosco vivem dia-a-dia, dando o nosso "MAIS e MELHOR".

A partir de amanhã, do dia 18 ao dia 20 vamos estar presentes na 13ª Feira do Empreendedor. Procure-nos lá. Venha assistir aos nossos workshops!

Na Quinta-feira das 10h30 às 13h vão acontecer os simuladores de entrevistas. No Sábado haverá um workshop sobre liderança e motivação de equipas, das 15h às 16h.
Podemos ajudá-lo a desenvolver o potencial de empreendedor que está dentro de si de diversas formas... começando amanhã mesmo!
Esperamos por si!

A.C. e B.C.

Nova série de artigos

Iniciámos uma série de artigos vocacionados especificamente para empresas. Como as empresas são constituídas por pessoas... iniciámos uma série de artigos vocacionados especificamente para si!
:)
Desta vez tratamos de temáticas como a Confiança, Liderança, Estratégia. Falamos de um estudo que permite tirar conclusões sobre produtividade e partilhamos dicas para ter ideias inovadoras.

Curioso(a)? Então continue a ler...
Ps. Comente, pergunte, a sua opinião é sempre bem-vinda!
B.C.

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